<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602</id><updated>2011-09-06T21:22:33.641-07:00</updated><category term='show'/><category term='Zumbis'/><category term='sexo'/><category term='inauguração'/><category term='Mallu Magalhães'/><category term='Alan Moore'/><category term='Serve &quot;xurumilas&quot;?'/><category term='O Pequeno Principe'/><category term='fofuchas'/><category term='asiáticas'/><category term='TV'/><category term='George Carlin'/><category term='George Romero'/><category term='Tim Burton'/><category term='Espetacular Vida da Morte'/><category term='Dança da Lagosta Insandecida'/><category term='Heroes'/><category term='Volume II'/><category term='Ceroula da Vovó'/><category term='Dercy Gonçalves'/><category term='sexo... e ahn... sangue?'/><category term='música'/><category term='Stephen King'/><category term='Batman'/><category term='sangue'/><category term='falecimento'/><category term='Shinji'/><category term='Romance'/><category term='primeiro post'/><category term='Kama Sutra'/><category term='Dúvida'/><category term='Calvin e Haroldo'/><category term='teatro'/><category term='eletrônica'/><category term='Bryan Adams'/><category term='Caminhos do Coração'/><category term='Skynet'/><category term='Feche a porta ao entrar'/><category term='moderna'/><category term='Apresentação'/><category term='Humor'/><category term='Fabiano'/><category term='Existencialismo'/><category term='MJ Macedo'/><category term='filmes'/><category term='Patinhos-de-Borracha'/><category term='Tricky Bizzniss'/><title type='text'>Sanduba Cultural!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><generator version='7.00' 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type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/8385643781754021782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/8385643781754021782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2009/03/rellicense-hrefa-href.html' title=''/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-3460776878162857151</id><published>2008-11-15T19:28:00.000-08:00</published><updated>2008-11-15T19:56:30.152-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feche a porta ao entrar'/><title type='text'>Somente um corpo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_3zPB5VYz3lw/SR-Z0XyI9GI/AAAAAAAAACo/mUZS64247B0/s1600-h/areia.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269099214063334498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 232px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_3zPB5VYz3lw/SR-Z0XyI9GI/AAAAAAAAACo/mUZS64247B0/s320/areia.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cheguei até a praia sem a intenção deliberada de ali estar, mas simplesmente fui, sem muito pensar, apenas queria. Era o bastante. O desejo de estar ali. Sendo assim, para lá me dirigi e, ao chegar, deitei-me ao solo e afundei sorrateiramente as mãos na areia quente do dia claro até sentir a textura dela. As texturas do dia e da areia, que se misturavam solícitas à minha necessidade de senti-las, pura e simplesmente. O sol estava inclemente, e ao meu redor vivia-se, pessoas com suas cadeiras de praia conversavam, jogavam, bebericavam algo que não me era oferecido. E eu também não me oferecia ao meu semelhante. Só o meu mutismo e um corpo, nada mais do que isso. Um corpo, apenas, sem grande expressão naquela grande massa humana que ocupava aquele pequeno espaço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Confortavelmente procurava não pensar nas razões que me faziam estar daquela forma inapropriada, totalmente vestido, em um lugar onde geralmente o contexto comporta parcelas de impudicícia. E de qualquer maneira estando ali eu o era, inegavelmente. Viver também é se oferecer ao próximo da maneira mais desvairada, mas eu nem sabia o que é que afinal procurava, mas nem sempre há a necessidade de questionar-se, apenas ali estava colocado no mundo e assim o era. Ponto final. Mas os pontos finais nem sempre se colocam no lugar certo, pois as histórias continuam. E às vezes são histórias infindas, que atravessam minutos, horas, dias, meses e quem sabe anos. O ser humano não me pertence, definitivamente, para que eu o possa mutilá-lo simplesmente, ao meu bel prazer. E há vida mesmo antes das histórias, se é que se sabe quando elas se iniciam. Mas elas hão de ter um ponto de partida, que é me desconhecido, como quase tudo na minha vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E eu não estava ali para pensar sob o que quer que fosse, eu apenas queria observar as ondas, a areia, os prédios ao fundo, os carros e ônibus passando ao fundo e principalmente as pessoas que são o grande leit motiv de tudo aquilo na qual procurava ansiosamente me inserir. Bela paisagem inspiradora aquila, digna de algumas palavras de admiração, prazer, despeito ou quem sabe desvirtuação. E havia um corpo dentro desse corpo deitado. Um corpo ansioso por viver além daquela massa na qual estava confinada. Um corpo que desejava desesperadamente existir, não apenas ser. Porque ele sabia que se continuasse mantido ali dentro visualizaria o ser humano e todas as suas coisas de forma tosca, pobre, aviltada. Como se o verdadeiro existir estivesse muito além do que lhe era fornecido. E tinha razão. O pouco que lhe era dado era imensamente fugaz perto do que o de fora lhe podia proporcionar. Teria tanta coisa a experimentar ainda, quem deseja as sobras quando pode ter algo completo, não fragmentado e inviolável? Creio que ninguém em sã consciência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fazia-se necessária uma saída muito bem estudada daquele corpo no qual se estava alojado, pois o proprietário desse pequeno edifício era deveras dependente do outro para permitir tal ousadia. É que ambos se tornaram necessários com o convívio forçoso. Não se sabia mais onde terminava um para dar lugar ao outro, como se quase uma coisa só que se ramificava em várias. Mas ainda assim tão distintos e de necessidades tão divergentes. O corpo dentro do corpo queria experimentar com todos os seus sentidos a vida do lado de fora, pois havia se cansado do que havia visualizado e procurava novas paragens, ainda quase que totalmente inescrutáveis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Certo dia, os dois corpos estavam polidamente entabulando conversa e o assunto veio à baila. O segundo disse ao primeiro que desejava vida fora da sua origem, explicando-lhe seus pensamentos há muito iniciados, sendo em todo instante rechaçado pelo início de todas as suas coisas.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Depois de muita&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;insistência e de se explicar o porquê dessa recusa ainda considerada insensata, o segundo corpo venceu e foi-se, alegre e faceiro viver a plenitude da existência. Ainda durante algum tempo, o corpo original ressentiu-se da sua falta de pulso firme em negar ao seu segundo corpo certas sensações, mas o porvir já escapulava ao seu controle. O que se fez do segundo corpo não saberia relatar, até porque este ainda vive e, como o viver me pressupõe as palavras que me faltam, deixo-vos com a responsabilidade de entabular conclusões satisfatórias daquele cuja sede era muito maior do que o pote de água que lhe foi fornecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-3460776878162857151?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/3460776878162857151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=3460776878162857151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/3460776878162857151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/3460776878162857151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/11/somente-um-corpo.html' title='Somente um corpo'/><author><name>Feche a porta ao entrar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01462466987478723374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3zPB5VYz3lw/TBuMSm3gwqI/AAAAAAAAAkI/vSdcl7_AfAA/S220/OgAAAJSVpKiRu4DmhMKt1iSrNFeFgVbH08VGyDA3Zq5y98jeC865BagSAxow3sFRq8XnB4XwbfNKCKRKArGH5nHnqF0Am1T1UI9sxdS7WgOltTtXdQkZbcOnVQir.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_3zPB5VYz3lw/SR-Z0XyI9GI/AAAAAAAAACo/mUZS64247B0/s72-c/areia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-694595275648418753</id><published>2008-11-04T19:02:00.000-08:00</published><updated>2008-11-04T19:27:53.002-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Volume II'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MJ Macedo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Kama Sutra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><title type='text'>Volume II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ae cambada!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Já faz algum tempo, dei que um help pra alguns amigos de uma trupe, que estavam com a idéia de escrever uma peça. O projeto acabou minguando, mas a idéia me subiu a cabeça. Queria fazer inicialmente algo de humor. Um espetáculo de aproximadamente uma hora e pouco, dividido em vários quadros rápidos, com personagens distintos. Mais ou menos como o Terça Insana ou os maravilhosos Parlapatões. Não vou mentir, minhas maiores inspirações vieram desses dois grupos, embora acredite que meu estilo seja bem diferente. Meu raciocínio inteiramente audiovisual, queira ou não, sempre pesa demais nos meus textos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;            Outro dia, numa proveitosa noite de insônia, escrevi esse sketch. Na verdade o coloquei como um conto. Assim que encontrar algumas almas caridosas (e loucas) o suficiente pra me darem ouvidos e atenção, converto-o para um texto cênico mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele foge um pouco do padrão de monólogo, normalmente usado, mas enfim... Aqui vai o dito cujo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;VOLUME II&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas épocas de agora, onde tudo pode e tudo é permitido, a gente tem mesmo é que ser moderno. Vocês sabem bem como é... Abrir a cabeça pra novas experiências. Tentar uma coisinha diferente aqui e ali. Dar aquela “apimentadinha”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, o marido havia aberto o livro, ainda cheirando a papel novo, que comprara na livraria à tardinha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- É esse o livro? – Perguntou a esposa, camisa justa, shortinho de malha colado, como esses pijaminhas com complexo de baby doll, que fazem hoje em dia.&lt;br /&gt;- Sim! O volume dois do Kama Sutra! – Respondeu o marido, com orgulho, dando um tapa amigável no livro. – Edição revisada! – Frisou. Ele estava apenas de cuecas.&lt;br /&gt;- Tem certeza que você sabe o que está fazendo? – Indagou a esposa. Ela ainda não estava muito certa sobre aquilo. De todas as coisas para que precisara de um manual de instrução na vida, sexo definitivamente nunca foi uma delas.&lt;br /&gt;- Sim. Sim... – Disse ele com desdenho. - Tive tempo de dar uma folheadinha. Confie em mim. – E começou a folhear, abrindo em uma das páginas. - Essa parece boa! – Exaltou empolgado.&lt;br /&gt;A mulher aproximou-se para ver do que se tratava. – Parece difícil. – Fazia uma careta de reprovação.&lt;br /&gt;- Que nada! Super fácil. – Retrucou ele.&lt;br /&gt;Ainda um pouco insegura a esposa já ia começando a se despir quando o marido a interrompeu. – Nada disso!&lt;br /&gt;- Vai com roupa mesmo?&lt;br /&gt;- É que o livro diz que primeiro temos que atingir um estado de realização cósmica pós-tântrica.&lt;br /&gt;- Meu Deus!&lt;br /&gt;- Isso! Pensa NELE!&lt;br /&gt;- Como vou ter tesão pensando em Deus? Que tipo de pervertida você acha que eu sou? Eu fiz catecismo caralho! Aquele lance da fantasia de padre foi só porque a de cowboy já tinha sido alugada e a de bombeiro não tinha do seu tamanho!&lt;br /&gt;O marido esperneou similar a uma criança pequena, cuja mãe não entende o motivo da pirraça. - Não é pra ter tesão agora! Só pra elevar a mente! – Dizia, enquanto batida com dedo no livro insistentemente. – Aqui diz: “Feche os olhos...”&lt;br /&gt;A contragosto esposa foi fazendo: - Tô fechando...&lt;br /&gt;- “... e limpe tudo que houver de você em você mesma”.&lt;br /&gt;- E como eu faço isso?&lt;br /&gt;- Sei lá, apenas limpe! Aqui diz que você deve negar a si, para igualar-se ao “todo-cósmico”. Faz assim: Imagina uma cachoeira!&lt;br /&gt;E o homem foi narrando lentamente enquanto a esposa mentalizava o mantra. – Isso... Deixe fluir... Pense na cachoeira. Você é a água escorrendo lá de cima. Gota por gota... Esvazie a si mesma.&lt;br /&gt;- Amor... – Interrompeu a esposa.&lt;br /&gt;- Que foi? Tá chegando ao estado de realização cósmico?&lt;br /&gt;- Não... Tô com vontade de fazer xixi! Posso ir ao banheiro?&lt;br /&gt;- Agüenta aí!&lt;br /&gt;- Mas a coisa tá séria aqui! Vou me esvaziar todinha...&lt;br /&gt;- Se segura, porque que você não vai me estragar tudo agora! Foi um perrengue desgraçado pra comprar esse livro! Tu me encheu o saco porque queria fazer essa joça! Agora agüenta!&lt;br /&gt;A mulher parou de reclamar, embora ainda se contorcesse um pouco aflita. – Ai amor, não dá pra pular essa parte do esvaziar e ir logo pra que você preenche? – Riu. – Esvazia, preenche, esvazia, preenche.&lt;br /&gt;- Tá, tá... – Disse o marido meio decepcionado. – Vamos lá. Aqui diz que é só fazer a posição da “garça com cólica em direção ao horizonte que nunca chora”. – E ele foi inspecionando a esposa. – Vai... Isso mesmo... Coloca a mão esquerda no queixo... É, o cotovelo direito um pouco acima da orelha... Equilibre-se só em um pezinho amor, como tá no desenho livro, tá vendo?&lt;br /&gt;De longe, a esposa no máximo parecia uma iracema desenxabida, equilibrando-se num pé só, com o joelho levemente flexionado e os dois braços erguidos de forma bizarra. Um o polegar apontando em direção ao queixo, o outro balançando lentamente como o bater de uma asa.&lt;br /&gt;– Agora é minha vez. – Explicou o homem. – Deixa eu ver... – E agarrou a esposa pela cintura, colocando sua cabeça debaixo do braço direito dela. Então ele ergueu o pé esquerdo, sacudindo-o aleatoriamente e começou a gorgolejar, como um pássaro em acasalamento.Passaram-se alguns momentos.&lt;br /&gt;- Tá sentindo alguma coisa? – Perguntou ele.&lt;br /&gt;- Nadinha... Mas logo, logo o meu eu interior vai escorrer pernas abaixo, amor... Tá séria a coisa aqui!&lt;br /&gt;- Que merda, não? Eu também não tô sentindo nada... – Acho que fizemos algo de errado. Provavelmente era o indicador e não o polegar que você deveria levar ao queixo! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- É sempre assim! A culpa é eternamente da mulher! O homem nunca falha! Vai ver foi esses gritos seus aí, de periquito estrangulado, que zicou com tudo!&lt;br /&gt;- Era de um “flamingo em fúria olhando para o ventre do elefante dormente”!&lt;br /&gt;Ela riu. - É... O elefante realmente dormiu com vontade! Até roncou!&lt;br /&gt;- Não tenho culpa! Você sabe que tenho aquele meu probleminha na garganta.A esposa suspirou e apontou para o livro. – Olha... Porque não começamos com um mais fácil?&lt;br /&gt;O marido, ainda meio frustrado, concordou, enquanto abria outra parte da publicação. – Tá. Tudo bem. Tem outro aqui. Este vai precisar de alguns acessórios.&lt;br /&gt;– Onde você vai enfiar uma galinha preta viva e a vela de sete dias acesa? – Gritou CHOCADA a mulher ao ler a lista.&lt;br /&gt;- Ah... Não, não... Essa é a lista da macumba da tia Irací. Só usei pra marcar a página. – Tranqüilizou o conjugue, amarrotando o papel e jogando-o fora.&lt;br /&gt;A esposa suspirou aliviada.&lt;br /&gt;Ele continuou. - Providenciou o que eu havia pedido hoje à tarde?&lt;br /&gt;- Era pra agora à noite? – A esposa colocou a mão no peito. – Gente, bem que fiquei imaginando pra que você queria que eu achasse um anão vestido de Gengis Khan.&lt;br /&gt;- E conseguiu?&lt;br /&gt;- Não! Só deu pra pegar as três laranjas, o triciclo, o pôster da seleção nacional de 1978 e a goma arábica.&lt;br /&gt;- E o pula-pula?&lt;br /&gt;- O que você quer fazer com um pula-pula? – A esposa mais uma vez se embraveceu.&lt;br /&gt;O marido a indicou o trecho do livro onde explicava detalhadamente o item. Ela analisou a página com uma expressão não muito amigável. - Péra Rubão, vamo com calma, que até eu tenho meus limites! O pula-pula, aí, não! Nem vem!&lt;br /&gt;- O livro diz que a gente, na falta, pode usar um cortador de grama ou um pogoball...&lt;br /&gt;Lembra-se deles? – Comentou o marido displicentemente.&lt;br /&gt;Foi o suficiente para a esposa virar as costas e sair do quarto.&lt;br /&gt;- ‘Péra aí amorzinho! Volta aqui!&lt;br /&gt;- Nem pensar Rubão! Nem pensar!&lt;br /&gt;- Mas depois de todo o trabalho que eu tive? Sabe o quanto foi complicado trazer aquela gangorra que está lá no corredor? E os 3 potes de melaço? O saco de penas? A fantasia de Mickey Mouse? O autógrafo do Biro-Biro!&lt;br /&gt;- Não quero nem saber! Estou indo para o banheiro antes que o meu eu interior molhe todo o carpete!&lt;br /&gt;O marido prosseguiu atrás da esposa, fechando a porta do banheiro em seguida. De dentro, se podia ouvir a voz dos dois:&lt;br /&gt;- Solta seu eu Patrícia!&lt;br /&gt;- Ah! Estou soltando! Estou soltando!&lt;br /&gt;- Meu Deus! Que eu maravilhoso! Deixa fluir!&lt;br /&gt;- Você tá gostando amor?&lt;br /&gt;- Claro! Agora fica quieta e puxa a descarga que eu tô doidão!&lt;br /&gt;E a esposa começou a apertar repetidas vezes à descarga aos gritos de mais e mais do marido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-694595275648418753?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/694595275648418753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=694595275648418753' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/694595275648418753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/694595275648418753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/11/volume-ii.html' title='Volume II'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-8129607952498937578</id><published>2008-10-29T06:22:00.000-07:00</published><updated>2008-10-29T06:31:13.110-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MJ Macedo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='moderna'/><title type='text'>Super Moderna</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;“oê oê oê&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;eu sou mais indie que você&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;oê oê oêeu sou o king dos blasé&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;oê oê oê&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;vamo no James pra fervê&lt;br /&gt;oê oê oê&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;eu sou mais indie que você&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;oê oê oê&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;eu sou o king dos blasé&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;oê oê oê&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;o indie diferenteque só dança yeah yeah yeahs”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bonde das Impostoras, “King dos Blasé”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esse aqui é referente à um quadro de peça que eu queria escrever. Algo de humor, com várias sketches rápidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cá entre nós, verdade vos digo, é bem fácil e rapidinho escrever esses textos. O segredo, creio, é não pensar demais. Humor deve ser algo rápido e instintivo. Até mesmo uma piada mais trabalhada ou cabeça, deve surgir de modo espontâneo e ser facilmente digerida. Se a pessoa pára pra pensar demais no que foi dito ela não ri, e aí conseguentemente o humor se torna falho em sua missão principal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apenas gostaria de esclarecer dois pontos, antes de começarmos o texto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1 - Não tenho nada contra Curitiba ou quem mora lá. Mas admitamos, é a capital nacional do Indies. E definitivamente sou inimigo natural da cultura Indie. Não que eu tenha problemas com quem gosta de um drama austro-hûngaro obscuro ou uma banda de garagem cujo som é um lexotan auditivo. Afinal se ser chato fosse crime, sogra pegava prisão perpétua. O que eu realmente não gosto nessas culturas indies e similares é o posicionamento pedande de "olha como eu sou intectual e você não" de quem frequenta essas rodas. Uma vez conversei com um universárito que era catedrático em sua área, literatura medieval, mas patinava geral em outros assuntos, até mesmo os triviais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atualmente existem diferentes modelos de conhecimento e cultura; e numa era onde a informação está tão acessível a tudo e a todos, por tantas mídias diferentes, a pessoa deve ser valer de algo mais do que um bando de livros e conhecimento específico em determinado departamento para dizer "hei, eu sou foda".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 - Esse texto não foi propriamente dito, baseado em um único indivíduo. Mas é apenas uma óbvia catarse de anos de experiências ruins, no convívio com intectuais malas - pq há intelectuais legais sim, mas esses raramente dizem que são intelectuais - e o consequente trauma que isto me causou. Admito que certa pessoa me serviu como inspiração principal. Quem me conhece de alguns anos atrás sabe de quem estou falando, "né gentém? Tô bege! Beijos, me liga, que eu vou pra CuritXiba fazer Ciências Sociais"!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;PS: Que conste nos autos que também nada tenho contra quem faz Ciências Sociais (embora minha mente altamente capitalista, consumista e direitista me impeça de compreender o que impulsiona um ser em tal direção. Realmente não consigo entender nenhum objetivo de vida que não envolva fama, fortuna ou dominação mundial). : )&lt;br /&gt;Agora vamos ao texto inculto, deste pobre coitado aliterado e massificado pelos movimentos sub-culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;SUPER MODERNA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Oi gente! Pra quem não me conhece ainda – porque eu sou suuuper conhecida. – eu vou me apresentar agora. Meu nome é Niké. Não. Não é do tênis. É da deusa. Gente, vocês não sabiam que é o nome de uma deusa grega? – porque não sei se contei pra vocês, mas eu sei tuuudo de cultura grego-romana – Povo inculto, cruzes! Valha-me os deuses do Olimpo! Mas então, me deixa falar! Niké era a deusa grega da vitória. Tipo assim, ela tinha umas asinhas. Suuuper cult! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, xá’falá, deusas à parte, minha mãe colocou esse nome em mim, porque tava suuuper apaixonada por um vendedor de tênis. Aí já viu né? Foi Nike pra cá, Nike pra lá - rolou no meio do caminho até um Adidas e uma ou duas soquetes - e 9 meses depois eu tava estreeeiando geeente.Assim, pra resumir, eu sou filha de mãe solteira né? Porque minha mãe era suuuper pra frente, e por isso é que eu suuuper moderna! Ela sempre falava pra mim - eu até hoje guardo isso na memória - “filha, homem é como rúcula”. Ainda não entendi exatamente qual o sentido, mas acho suuuper chique e sempre digo isso pras minhas amigas. Aí assim – assim, já viu que eu falo muito “assim”, né gente? – Mas me deixa explicar o motivo desse meu sotaque meio estranho. Eu sou meio que paulistibana ou então uma curitibista. Porque assim, eu comecei a estudar em São Paulo mesmo, por isso às vezes eu tenho esse jeitão meio assim de falar, mas aí depois eu fui fazer facul em Curitiba. Por isso falo hora meio “assim”, hora meio “assim”. Tão me entendendo? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobre Curitiba. Ai gente! Amei! Cidade suuuper dez! Tem uma cena suuuper cult, suuuper indie-underground-alternativa! Mas então, fui pra lá estudar! Né? Não sei se vocês sabem, eu faço Ciências Sociais com especialização em Filosofia. Porque a gente tem 3 grandes correntes de pensamento, né? A de Sócrates, Garrincha e Pelé...Mas assim, é suuuper lindo tudo de tudo. Faculdade lá é outro babado. Só gente moderna, só gente pra frente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E vocês sabem que eu adoro isso, porque eu sou suuuper moderna. Rola de tudo. Lógico que eu não me envolvo em nada. Porque fui suuuper bem criada pela minha mãe. Assim... Tenho a cabeça aberta, mas sou suuuper careta pra tudo. Suuuper comportada. Tanto que outro dia eu estava numa orgia – um sexo grupal básico de final de semana – e me ofereceram maconha. Lógico que eu neguei né? Eu sou suuuper de família pra fazer essas coisas. Aí eu deixei de lado a erva e voltei à transar com o cavalo.Ah, só pra explicar: lóoogico que não era um cavalo, “cavalo” de “cavalo”, né gentém? Tão malucos é? Eu não ia levar um cavalo pra uma festa no meu apartamento! Nem tem cabimento, né? Era só um pônei! E vocês nem queiram saber o trabalho que já me foi levar esse bicho! Se o síndico já implicou com um pônei, dois babuínos e um tamanduá bandeira, imagina um cavalo! Coisa de louco!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas assim a festa rolou suuuper legal, suuuper divertida, suuuper solta! Tem um amigo meu, o Pantera – tipo assim, não posso dizer o porquê ele tem esse apelido, mas envolve zoofilia com um felino de grande porte. - e assim: ele é suuuper bissexual, trissexual, pansexual. Coitado, tesudo de tudo por uma planta! Ele leva esse lance de veteranismo a sério! Viu uma verdinha fazendo fotossíntese pela frente, ele come sem dó e sem preservativo! Deuses do Olimpo! Nem conto o bafão que ele fez com a minha samambaia! Olha... A coitada tava tão lambuzada, que se porra fosse adubo, eu tinha agora um coqueiro no hall de entrada! Tinha xaxim pra todo lado e ele fumando, com aquela cara “foi bom pra você também”?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí! Falando assim até parece que eu suuuper festeira. E não é bem assim, né? Festas de lado, eu sou suuuper estudiosa! Afinal tô lá pra estudar né gente? E eu amooo minha facul. Porque lá só tem people suuuper intelectual, suuuper cabeça. A plebe chama a gente de blasé, mas que nada. Somos suuuper tolerantes com a massa ignorante e rústica. Isso é inveja de povinho medíocre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porra, que culpa tenho de ser foda? E gentém, eu sou foooda. Com “ph” maiúsculo! Que nem o meu bofe atual: o Thomas. Assim... Ele é suuuper gentil, suuuper foda, suuuper inteligente. Fala Turkomenistão, mandarim, malaio e alemão. Só não fala português. Aí a gente sempre se comunica por gestos, né? O homem ideal que toda mulher suuuper moderna deseja. Porque vocês sabem, homem é como rúcula. Mas ele é um amorzinho. Todo final de semana, quando é liberando da ala psiquiátrica do hospital, vem correndo me ver! Quer dizer, vem andando, porque a coordenação dele não é muito boa, sabe gentém? Excesso de medicação tarja preta. Mas ele é tão lindinho (e viril). Parece um gorila na cama! ...E fora também. Falo pra ele não ficar atirando cocô nas visitas, mas tadinho; é o modo dele expressar seus sentimentos! Sempre tem um que reclama, mas eu falo "Mordeu você? Nãooo!". Ai meus Deuses! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tô vendo aqui, tô ubber atrasada pra minha aula de Tailandês arcaico (porque vocês sabem, curso de Inglês é suuuper mainstrain, e eu tô fora). Aí gente! Vou indo tá? Amei falar com vocês!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beijos! Me liga!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(particularmente acho que ficaria muito dez se conseguisse pegar uma atriz responsa pra encenar essa bagaça). Lógico que reconheço minhas limitações, que ainda possuo, como autor.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-8129607952498937578?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/8129607952498937578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=8129607952498937578' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/8129607952498937578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/8129607952498937578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/10/super-moderna.html' title='Super Moderna'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-426820382869788931</id><published>2008-10-11T13:39:00.000-07:00</published><updated>2008-10-11T13:43:00.429-07:00</updated><title type='text'>Pessoas Problemáticas &amp; Outros Indivíduos Complicados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;“Deeply disturb and deeply unhappy,&lt;br /&gt;deeply disturb and deeply unhappy”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infected Mushroom, “Deeply disturb”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Você precisa escrever sobre pessoas problemáticas. É isso que vende hoje em dia: livros sobre problemas psicológicos, análises de comportamento ou autobiografias” – me aconselhou a editora. Eu ali, sorriso amarelado na cara, tentando manter aquela expressão de paisagem no rosto para esconder meu desapontamento. “Romances, contos, crônicas, enfim... Esse filão não tem uma saída muito boa atualmente.” – prosseguiu gentilmente a senhora (tá, ela não tinha aliança na mão, mas recuso-me a chamar de “senhorita” uma nega com evidentes 40 poucos anos na cabeça). Minha interação com a mulher diminuía a cada segundo. Ela nem sequer o tinha lido meu trabalho e já estava o recusando. Estávamos tão concentrados em nossos próprios esforços, ela de fingir simpatia e interesse, e eu de manter-me inabalável como a foto de um ator em um display de vídeo-locadora, que esquecíamos de dialogar. Permaneci sentado com o meu originalzinho – pobre coitado – na mão, sem saber o que fazer exatamente; torcendo para aquela entrevista constrangedora terminar o mais rápido possível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Pessoas problemáticas? Mas que porra essa fulana tem na cabeça?”. Saí de lá indignado e, confesso, só não estava mais fulo porque no fundo achei a coroa gostosa. (com todo respeito à própria em questão). Na frustrante volta pra casa meus pensamentos se dividiam em tentar adivinhar qual tipo de lingerie ela estaria usando, pela marca que a calcinha fazia na saia e que merda queria dizer com “pessoas problemáticas”. Caraca, eu sou escritor e roteirista de histórias infantis, de humor, fantasia, ficção-científica, super-heróis e terror! Que diabos ela queria que fizesse? Um livrinho ilustrado chamado “Meu ursinho bipolar”? Uma ficção intitulada “Os Lexonáutas”? “Se meu lítio falasse”? “O terapeuta assassino”? Pra isso já tem as Fernandas Youngs, Clarahs Averbuks, Marcelos Mirissolas, Gabriel Bás e Fábios Moons da vida... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se coloquem no meu lugar. Como eu, logo eu, faria um livro sobre problemas psicológicos ou análises de comportamento? Este pretenso escritor que vos fala de longe era a pessoa menos indicada para tal tarefa. O que esperar de um individuo cuja formação cultural básica havia sido fundada sob sólidos alicerces construídos com doses maciças de desenhos animados, livros empoeirados de terror e ficção, filmes de kung-fu e explotation da década de 70, rock pauleira e techno music, seriados japoneses, videogame e histórias em quadrinhos de super-heróis. Logicamente com o tempo fui adicionando vários outros elementos ao meu repertório cultural, mas basicamente ainda sou o mesmo moleque de 13 anos que vibrava com zumbis devorando um bom cérebro e robôs gigantes. Em suma um ex-nerd, que aprendeu a ter (parcialmente) vida social e vai malhar diariamente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca gostei de ouvir bossa nova ou bandinhas indies. Poemas só se forem coisas funestas a lá Augusto dos Anjos, algumas trovas medievais (preferencialmente de guerra) e outras raras exceções. Mantenho-me longe de filmes suecos, de dramas psicológicos do circuito alternativo búlgaro de cinema e dificilmente me interesso por qualquer tipo de história onde não haja pessoas tentando resolver seus problemas na base da porrada, ninguém tente matar ninguém ou que um dos protagonistas principais seja um monstro ou um ciborgue. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nem que quisesse poderia fingir ser um pseudo-depressivo com pretensões profundas. Quando EU tive depressão (e acreditem amiguinhos, eu REALMENTE a tive) preferi afogar minhas angústias em biscoitos de chocolate e escrever um livro de RPG para me ocupar os pensamentos. O máximo que consegui no auge dessa terrível fase foi ficar deitado na cama o dia inteiro, sem vontade de fazer merda nenhuma. Não me identifico e nunca me identifiquei com essa cultura prozac/indie. Nunca achei bacana um filme do Andy Kauffman ou da Sophia Coppola, só de ver a sinopse de “Invasões Bárbaras” já me dá sono e até hoje não tive paciência de ler um livro da Clarice Lispector por inteiro. E não me perguntem por que, sempre confundo o nome dela com o da Cecília Meireles, antes que me recorde como realmente se chama a danada. Meu cérebro dá pau às vezes e tenho uma terrível memória em relação a coisas que acho desinteressantes. Mas pelos menos sempre me lembro que começa com “C” e isso já é um grande passo pra mim (não sei o número do meu próprio celular de cabeça). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se me perguntarem sobre Nietzsche poderei afirmar categoricamente que o acho uma fonte inesgotável de frases de efeito e citações pressão. Mas dificilmente terei tesão ou gabarito para ir além disso. Até porque, fora o feijão com arroz obrigatório da filosofia, li pouquíssimo sobre o assunto (e se naquela época houvesse Wikipédia, talvez nem isso tivesse lido). Considero a ciência filosófica o grande chuchu da humanidade: Tem lá sua serventia, mas é totalmente sem graça pra se comer pura. Em compensação posso discutir durante horas e com paixão porque acho H. P. Lovecraft e seu mestre Willian H. Hodgson muito mais legais que Allan Poe – embora também seja fã de carteirinha do trabalho do Ed. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca sofri as dores do amor romântico, não tomei medicamentos tarja preta, jamais me envolvi em algum mundo obscuro de drogas ou perversões sexuais e definitivamente não acho que algumas dessas questões possam ser resolvidas através da aritmética ou comparando-a com um fliperama. Nunca tive necessidade ou interesse em entender, analisar ou discutir relacionamentos. Se eu sou alienado? Creio que não. Mas sinceramente não será escrevendo livros depressivos ou fazendo filmes malas que resolveremos algum problema. E definitivamente não será esse mané aqui, sozinho, a salvar um mundo que não anda lá com muita vontade de ser salvo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Talvez o leitor estranhe um pouco minha franqueza, mas sinceramente não é minha intenção posar desse estereótipo pré-fabricado de intelectual engajado em sei-lá-o-que. Certa vez já fiz isso pra impressionar uma acadêmica pela qual estava apaixonado e infelizmente foi um completo desastre. Acabei parecendo mais imbecil do que aparentava no início, levando fama de farsante e o pior... Fiquei sem a mina! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ah, e antes que algum intelectualóide, acadêmico genérico, sociólogo ou filósofo de plantão venha correndo atrás de mim com tochas e foices, tachando-me de herege inculto: gente, de boa. Todo mundo zen. Vocês podem continuar discutindo se Karl Marx foi ou não fundador do ZZ Top, qual a influência do bigode de Nietzsche em sua obra e tentando descobrir uma utilidade pro Kant e pra água de salsicha; enquanto eu fico vendo Boris Karloff andar trôpego com meio quilo de látex na testa e dois pinos no pescoço. Assim todos ficamos felizes! No fundo qualquer cultura é cultura inútil, ou no mínimo secundária, para quem não a consome, mas de extrema valia para seu público alvo. Então, vamos parar de nos levar tanto a sério. Se alguém nesse mundo fosse dono da verdade, a venderia ao invés de distribuí-la de graça por aí! Bom... Pelo menos eu, como legítimo capitalista, a venderia! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Divagações inúteis à parte, ainda estava pensando no meu problema com as pessoas dilemáticas... Ops, digo, no meu dilema com as pessoas problemáticas. De longe quero me comparar a algum medalhão da literatura – quem sou eu pra isso, uma vez que nem consigo publicar meu livrinho –, mas fiquei imaginando se Machado de Assis tinha lá esses problemas. Imagine só “Dom Casmurro” sendo vetado somente porque Capitu não tomava psicotrópicos ou era Bordeline clinicamente diagnosticada. Se o Machadão fosse um escritor iniciante, hoje em dia pra emplacar com algum editor acho que seria mais ou menos assim que ele teria que escrever:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“DOM CASMURRO, CAPÍTULO XXXII OLHOS DE RESSACA”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tudo era matéria às depressões de Capitu. Caso houve, porém, no qual não sei se aprendeu ou ensinou, ou se fez ambas as cousas, como eu. É o que contarei no outro Capítulo. Neste direi somente que, passados alguns dias desde a última tentativa de suicídio, fui ver a minha amiga; eram dez horas da manhã. D. Fortunata, que estava se depilando nem esperou que eu lhe perguntasse pela filha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Aquela puta vagabunda está na sala vomitando em todo o tapete novamente, disse-me; vá devagarzinho e lhe dê uma porrada. A piranha me passa a noite inteira dando pro primeiro torto que me aparece na frente; e ainda, deslavada, chega cheia de goró na cara.&lt;br /&gt;Fui devagar, mas ou o pé ou o espelho traiu-me. Este pode ser que não fosse; era um espelhinho de pataca (perdoai a barateza), comprado a um gigolô italiano, moldura tosca, argolinha de latão, pendente da parede, entre as duas janelas. Se não foi ele, foi o pé. Um ou outro, a verdade é que, apenas entrei na sala, o vômito voou pelos ares, e só lhe ouvi esta pergunta:&lt;br /&gt;- Há alguma cousa, caralho?&lt;br /&gt;- Não há nada, que merda, respondi; vim ver você antes que o Padre Cabral chegue para lhe comer de novo. Aquele velho puto. Como passou a noite?&lt;br /&gt;- Não lembro. Bebi demais outra vez, acho que transei com vários como de costume. Não me recordo da cara de nenhum, mas acordei com a boca toda suja. José Dias ainda não lhe falou quando traz a erva?&lt;br /&gt;- Parece que não.&lt;br /&gt;- Buceta. Mas então quando aquele corno fala?&lt;br /&gt;- Disse-me que hoje ou amanhã pretende tocar no assunto; não vai logo de pancada, falará assim por alto e por longe, um toque. Tipo uma punhetinha verbal. Depois, entrará em matéria. Quer primeiro ver se o terapeuta lhe passa ou não a nova receita. Os tarjas-pretas que está tomando não fazem mais o efeito desejado.&lt;br /&gt;- Que tem, tem, interrompeu Capitu. E se não fosse preciso alguém para vender já, e de todo, não se lhe falaria. Eu já nem sei se José Dias poderá influir tanto; acho que fará tudo, se sentir que você realmente não quer ser garoto de programa, mas poderá alcançar?... Ele é entendido, porém... É um inferno isto! Você teime com ele, Bentinho.&lt;br /&gt;- Teimo - hoje mesmo aquele bucetóide há de falar.&lt;br /&gt;- Você jura?&lt;br /&gt;- Juro. Deixe ver os olhos, Capitu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, "olhos daquela quenga chapada, filha de uma pistoleira de 24 tetas". Eu não sabia o que significava “pistoleira de 24 tetas”, mas “quenga chapada” sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar, examinar e bulinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira, eu nada achei extraordinário; a pupila dilatada e a vermelhidão dos olhos eram minhas conhecidas. A demora da contemplação creio que lhe deu outra idéia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirar seus seios mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que os olhos entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que... Retórica dos maloqueiros, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de drogadona mesmo. É o que me dá idéia daquela feição nova de farinheira. Traziam não sei que fluido torpe e doentio, uma força que arrastava para dentro, como a uma privada sendo descarregada, nos dias de cólica braba. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, aos peitos, aos peitos e aos peitos, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquela bolinação mental? Só o meu tesão terá marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios. Há de dobrar o gozo os bem-aventurados do céu conhecer a soma dos tormentos que já terão padecido no inferno os seus inimigos; assim também a quantidade das delícias que terão gozado no céu os seus desafetos aumentará as dores aos condenados do inferno. Este outro suplício escapou àquele tosco do Dante; mas eu não estou aqui para falar de poetas, caralho. Estou para contar que, ao cabo de um tempo não marcado, agarrei-me definitivamente aos peitos de Capitu, mas então com as mãos, e disse-lhe, - para dizer alguma cousa, - que era capaz de os massagear, se quisesse. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Você?&lt;br /&gt;- Eu mesmo.&lt;br /&gt;- Vai esmagar-me as tetas todas, isso sim.&lt;br /&gt;- Se esmagar, eu assopro depois.&lt;br /&gt;- Vamos ver.&lt;br /&gt;- Tem um creminho aí?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-426820382869788931?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/426820382869788931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=426820382869788931' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/426820382869788931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/426820382869788931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/10/pessoas-problemticas-outros-indivduos.html' title='Pessoas Problemáticas &amp; Outros Indivíduos Complicados'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-2890214230576201290</id><published>2008-08-23T20:56:00.000-07:00</published><updated>2008-08-23T21:38:57.325-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Calvin e Haroldo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Pequeno Principe'/><title type='text'>O livro gigante do Pequeno Principe / Calvin e Haroldo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SLDkRLmvLQI/AAAAAAAAABg/ZfS5gIzFhQc/s1600-h/0,,15292664-EX,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237937350456061186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SLDkRLmvLQI/AAAAAAAAABg/ZfS5gIzFhQc/s400/0,,15292664-EX,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Carolina Iskandarian/ G1&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem foi na Bienal do Livro em São Paulo encontrou uma cópia do livro "O Pequeno Príncipe" de 2,0 metros de altura para &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL724461-5605,00-LIVRO+GIGANTE+E+UMA+DAS+ATRACOES+PARA+GAROTADA+NA+BIENAL+DE+SP.html"&gt;exibição&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas não é que dando uma procurada num site de uma livraria dá pra encontrar essa edição a venda por meros R$40.000,00! É, você não leu errado, o negócio custa quarenta mil reais!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem você ter mais de uma edição do livro que você gosta. Eu mesmo tinha dois "O Menino Maluquinho" do Ziraldo. Uma em edição "normal" e uma outra comemorativa em formato de bolso. Eu amava essa edição em miniatura do livro. Mas ter uma edição gigante é para pessoas "excêntricas" demais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que é que se faz com uma edição de 2,0 metros? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não dá pra ler na cama, a não ser que você durma em cima do livro e use suas páginas como cobertor. Dar aquela relaxadinha lendo no banheiro nem pensar. Iria ter uma distensão muscular. Nos braços, é claro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E pra guardar???&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Teria que colocar atrás do armário. Até mesmo poderia usar o livro para compartimentar a sala de estar ou fazer mais um ambiente no quarto colocando o livro de pé e abrindo suas páginas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mudando de assunto, vou aproveitar pra mandar o link de um lugar que encontrei um site com todas as tirinhas do &lt;a href="http://www.marcellosendos.ch/comics/ch/index.html"&gt;Calvin e Haroldo em inglês&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essas tirinhas são geniais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Have fun!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SLDjeojmFnI/AAAAAAAAABY/xq85F5rt1qc/s1600-h/19920816.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237936482054182514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 443px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px; TEXT-ALIGN: center" height="302" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SLDjeojmFnI/AAAAAAAAABY/xq85F5rt1qc/s400/19920816.gif" width="431" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-2890214230576201290?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/2890214230576201290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=2890214230576201290' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/2890214230576201290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/2890214230576201290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/08/o-livro-gigante-do-pequeno-principe.html' title='O livro gigante do Pequeno Principe / Calvin e Haroldo'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SLDkRLmvLQI/AAAAAAAAABg/ZfS5gIzFhQc/s72-c/0,,15292664-EX,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-5210670565968482670</id><published>2008-08-11T19:31:00.000-07:00</published><updated>2008-08-11T20:26:09.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='George Romero'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zumbis'/><title type='text'>Zombies, man. They creep me out.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(sem spoilers)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.horrorstew.com/images/Night123.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.horrorstew.com/images/Night123.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;em&gt;A Noite dos Mortos Vivos (1990)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A primeira vez em que eu assisti a um filme com mortos-vivos foi, provavelmente, no Cinema em Casa com algum da série "O Retorno dos Mortos Vivos". Essa série de filmes tinha uma pegada mais cômica, onde os mortos saíam esfomeados por ai clamando por "cérebros". Porém nem dei muita atenção a este filme, apesar de ser divertido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mas já a segunda vez, meu amigo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Era uma dessas sessões do Cine Trash, apresentado pelo Zé do Caixão, quando era exibido nas tardes dos dia úteis. O filme começava com um casal de irmãos visitando um cemitério. O irmão fazia gracinhas em cima da irmã, tentando assustá-la. Até que dos funerais que ocorrem ali, os mortos se levantam e atacam os vivos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O filme em questão era a refilmagem de Tom Savini d´A Noite dos Mortos Vivos (1969). Mas essa versão dos anos 90 me pegou, afinal era o primeiro filme levado a sério do subgênero que eu via. Os mortos apresentavam estados diferentes de putrefação, olhos vazios, roupas rasgadas, nenhuma piada sobre flatulência, etc. O filme mostrava um grupo de pessoas de diferentes origens que se refugiavam numa casa de campo, abrigando-se dos mortos que estavam se alimentando dos vivos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O tratamento da história era muito realista. Eram pessoas comuns tendo que lidar com uma situação fora de comum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v367/road_virus/caps/misc/notld_Heather_Mazur.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://img.photobucket.com/albums/v367/road_virus/caps/misc/notld_Heather_Mazur.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;A Noite dos Mortos Vivos (1990)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O filme me impressionou muito. Ainda demorou um pouco pra descobrir que aquele filme de 1990 era uma refilmagem do filme de George Romero e que haviam mais dois filmes sobre o mesmo universo : " Despertar dos Mortos" (Dawn of The Dead, 1972) e "Dia dos Mortos" (Day of The Dead, 1988). O mais interessante é que todos esses filmes são sobre um universo e não sobre personagens. Ou seja, acompanhamos diferentes momentos e diferentes grupo de pessoas de um mundo onde os mortos voltaram à vida. Isso também significa que nenhum dos personagens está a salvo, então não vai ter aquela desculpa manjada da chegada do herói quando a mocinha está em perigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Esses filmes de George Romero se tornaram um tipo de mitologia contemporânea. Cada filme da série, apresenta idéias e personagens que continham muito do tempo em que foram feitos. O filme de 1969 apresentava como protagonistas um homem negro e uma mulher que "lideravam" o grupo preso dentro da casa. Imagine quando o filme foi lançado, nos EUA - um negro e uma mulher se sobressairem dentro de um grupo de pessoa marjoritariamente composto por pessoas brancas. Um ano antes do lançamento, em abril o político negro Martin Luther King Jr. tinha sido assassinado a tiros. Movimentos feministas reinvidicavam seus direitos. Conflitos sociais estavam causando grandes discussões e polêmicas no território norte-americano e Romero não teve como não se influenciar por esses assuntos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Então no filme temos esse pequeno microcosmo onde não se discutem essas questões diretamente, mas de uma forma a se entender na forma em que os personagens se tratam e agem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tudo isso dentro com os personagens presos dentro de uma casinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O mais incrível é que eu me identificava com essa situação de clausura. Eu tinha inúmeros pesadelos onde vampiros tentavam entrar na minha casa. Lembram daquela regra que os vampiros não podem entrar na sua casa até que sejam convidados? Tinha uma época que eu morria de medo de convidar uma pessoa pra entrar na minha casa e descobrir depois que se tratava de um vampiro. Então os meus pesadelos tinham a ver com os vampiros tentando entrar dentro da minha casa. Quando vi esse filme com os mortos-vivos tentando invadir uma casa por causa das pessoas vivas que estavam lá eu me identifiquei com o filme, com o medo que essas pessoas estavam passando. Por mais estranha que a situação seja. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Hoje em dia já passei dessa fase dos vampiros, de ter pesadelos com eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É só não convidar pessoas pra entrar na sua casa, ter alho sempre, morar em casa com grandes janelas para o sol entrar e crucifixos espalhados pela casa, pois O Senhor é O Meu Pastor e nada me faltará. Nada, inclusive inúmeras armas para neutralizar um vampiro, aquele maldito ser das trevas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Infelizmente mortos-vivos não têm pontos fracos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É por isso que eu tenho pesadelos constantes com eles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-5210670565968482670?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/5210670565968482670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=5210670565968482670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5210670565968482670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5210670565968482670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/08/zombies-man-they-creep-me-out.html' title='Zombies, man. They creep me out.'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-8005175294885430969</id><published>2008-08-10T11:55:00.000-07:00</published><updated>2008-08-10T12:10:45.670-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Existencialismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feche a porta ao entrar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dúvida'/><title type='text'>Filosofia Barata</title><content type='html'>&lt;a href="http://obatuta.files.wordpress.com/2008/03/2317169046_718095e849_b1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://obatuta.files.wordpress.com/2008/03/2317169046_718095e849_b1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Penso, logo existo. Existo porque sinto e sou. Não sou, estou. Não posso me considerar matéria acabada, pois eu sou a construção em mutação e imperfeita. Remodelada periodicamente através da surpresa de me ser. Ser me esgota as forças. A surpresa perante o espelho que me apresenta matéria inacabada e do que há por trás dessa massa que é o meu corpo e, mesmo tendo se passado tantos anos de convivência mútua, ainda me é desconhecida. Sei que existo, mas não sei existir. Mas existo, e sendo assim eu penso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu prostituo meu pensamento, pois a cada instante em que violo o sagrado direito de somente ser não me contento com tão pouco. Eu vou mais além: eu penso. Sem propriamente querer que o ato me leve a algo mais. Mas ser, ou melhor, estar sendo, é assim mesmo. Assumo o risco e a ignorância de penetrar em território desconhecido, a terra mágica e fértil da imaginação de ser aquele que não sou. Ou ao que não me dei conta de quem também sou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A cada novo ser revelado a busca não se esgota. Abrem-se assim mais e mais portas, como castigo pela audácia de existir sem se satisfazer com o papel de apenas ser. Juro que no início essa não era a minha intenção. Mas, uma vez sendo, não havia mais como voltar atrás. O segredo é não perceber que se é e ir tateando pelas paredes às cegas em busca de sei lá o que.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Se me perguntarem o que procuro, mudo ficarei. Estou mexendo no obscuro e desconfio que cada vez mais eu quero o inominável. Aliás, não sei se realmente quero. Ser pressupõe de certa forma abandono de consciência e devaneios desvairados. E mudo permaneço, enquanto eu mesmo me pergunto o que busco. Só sei que sou. Sou algo. Que algo também não poderei informar. Eu mesmo não tenho a resposta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mas sinto que há certos segredos que nunca me serão revelados. Não estou preparado para o que há de vir depois de faminta a minha curiosidade. Também digo que quando escrevo procuro não ter em mente nada planejado, ser por si só é o suficiente para que as palavras surjam sem autorização prévia. Eu sou enquanto a palavra de mim necessitar. E deixo de me ser para me tornar outro quando me surpreendo sendo. Sem surpresa não há ser. Essa é a raiz de todas as coisas. Eu me torno ser no momento da estupefação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E cada vez mais estupefato eu abro janelas que dão para novas paisagens. E no fundo de cada paisagem há algo mais esperando eu ser. E que assim seja. Para todo o sempre. Sim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-8005175294885430969?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/8005175294885430969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=8005175294885430969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/8005175294885430969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/8005175294885430969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/08/filosofia-barata.html' title='Filosofia Barata'/><author><name>Feche a porta ao entrar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01462466987478723374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3zPB5VYz3lw/TBuMSm3gwqI/AAAAAAAAAkI/vSdcl7_AfAA/S220/OgAAAJSVpKiRu4DmhMKt1iSrNFeFgVbH08VGyDA3Zq5y98jeC865BagSAxow3sFRq8XnB4XwbfNKCKRKArGH5nHnqF0Am1T1UI9sxdS7WgOltTtXdQkZbcOnVQir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-4136278797453608914</id><published>2008-08-03T10:06:00.000-07:00</published><updated>2008-08-03T11:00:10.770-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tricky Bizzniss'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MJ Macedo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eletrônica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fofuchas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='asiáticas'/><title type='text'>Tricky Bizzniss &amp; algumas coisas fofuchas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tinha colocado há pouco tempo internet em casa (ainda discada, sofrida) e ainda encontrava-me maravilhado com todo aquele mundo digital, lento, porém fascinante. Lembro-me que havia um site chamado Next Level, isso lá por volta de 99... Seu conteúdo era sobre jogos e afins. E em 25kbp/s baixei um videozinho com alguns trechos do Final Fantasy 8 para Playstation. Lógico que, como bom gamemaníaco, senti-me empolgado pelas imagens 3d e o show de explosões e monstros que a tela me mostrava. Mas a musiquinha que haviam selecionado de fundo me fascinou ainda mais. Era um eletrônico contagioso. Não aquele som do Double You e Corona que dominou quase toda a era 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para minha decepção descobri não fazer parte da trilha sonora do jogo e mesmo enviando e-mails para o site e revirando a internet de ponta cabeça não havia descoberto o nome da música. Anos mais tarde, quando via “Lendas Urbanas”, saltei de emoção ao reconhecer a música tocando ao fundo em uma cena, e voraz fui procurar o set list da trilha sonora. Custosamente, descobri a galera do &lt;strong&gt;Crystal Method&lt;/strong&gt; e a vocalista &lt;strong&gt;Trixie Reiss&lt;/strong&gt; com a música “&lt;strong&gt;Coming back&lt;/strong&gt;”. Finalmente achara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ETrEEb0rtRY&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" fs="1" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente não foi apenas a dupla de DJs gringos que me tornou grande fã da música eletrônica. Devo admitir que até mesmo o dance que predominou os 90 e grande parte da adolescência teve certo peso. Talvez não o suficiente pra me ‘apaixonar’ pelo ritmo, mas pra me preparar para o que viria sonoramente nos anos decorrentes. E poxa, como veio coisas boas... Chemical &amp;amp; Dust Brothers, Prodigy, Fatboy Slim, Moby, obviamente Crystal Method, toda aquela leva de eletro-rock - odiada pelos fãs tradicionalistas, mas que sempre achei fantástica -, New Metal, entre outros. Talvez o que sempre tenha me chamado a atenção seja a miscigenação do som e culturas. Se até então dance, pop, rock e hip-hop se mantinham distintos, isolados, cada um em seu universo, de repente eles se encontraram de maneira brutal. Embora isso cause cólicas mentais nos fãns xiitas, acho fantástico todo esse experimentalismo. E vamos admitir, foi graças à cultura eletrônica, remixes e aos nobres DJs que isso foi, e muitas outras novidades atuais, foi possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa interessante que sempre me disseram sobre o Rock, é que ele jamais se encontrava fora de moda. E por isso era tão bom. Concordo. Black Sabath ou Led Zeppelin continuam tão atuais, quanto nos 70. Porém outro dia escutando novamente um material mais antigo do Chemical Brothers, coisa de 11 ou 12 anos atrás, percebi o mesmo. O som não se desatualizou ou foi datado, como ocorria com a dance musica da década de 90 ou a disco dos 70. E talvez isso seja o que ocorra com música boa, elas nunca saem de moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da minha viagem pessoal sobre música, voltemos ao Crystal Method, ou melhor, a ex-vocalista deles Trixie Reiss, do álbum “Vegas” de 1997. Em 2006 ela se juntou com o premiado DJ Ernie Lake, que já concorreu para o Grammy várias vezes e formou o Tricky Bizzniss. O som lembra um pouco o álbum mais recente do igualmente bom GoldFrapp, ainda que seja mais animadão. O site oficial deles é o &lt;a href="http://www.trickybizzniss.com/"&gt;http://www.trickybizzniss.com/&lt;/a&gt;, embora esteja meio desatualizadão (ao menos até o momento em que este post foi concluso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AmeFnZzWXRo&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" fs="1" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6IxRCMH7h7o&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" fs="1" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trixie tem uma total inaptidão para dançar, não é nenhuma deusa grega e se atrapalha como femme fatale. E talvez isso que a torne sexy. Ela não me parece nenhum estereótipo pré-fabricado de mulher-perfeita ou popstar. Dessas que você teria que se humilhar e implorar por 5 minutos de atenção, além do Lamborguinni na garagem. Essa espontaneidade dá a sensação de que você poderia encontra-la numa balada corriqueira; e que mesmo não sabendo dançar, ainda assim pularia desongançadamente com ela durante horas e se divertiria muito mais do que se tivesse que acompanhar os passos coreografados e complicados de uma Sharika ou Christinna Aguilera (Britney anda meio fora do páreo ultimamente, né?). No final da noite estariam numa mesa falando besteiras e rindo. Trixie Reiss não é o tipo de garota que você se apaixona à primeira vista. Não. Ela é como a própria música eletrônica, que você começa a gostar aos poucos, mas quando percebe já está totalmente envolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E interrompendo o momento fofucho: &lt;strong&gt;ALGUÉM PELO AMOR DE DEUS ME PASSA O TELEFONE DAQUELA CHINESINHA LINDA QUE DANÇA DO VÍDEO DE ‘CMON, ‘CMON!&lt;/strong&gt; (desculpe pelo interlúdio cafajeste, mas mulheres asiáticas são minha kriptonita).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem querer me alongar no tópico, mas aproveitando que eu mencionei asiáticas fofuchas e falamos sobre música eletrônica, aqui vai mais umas dicas legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tiverem tempo procurem por &lt;strong&gt;Clazziquai Project&lt;/strong&gt;. Quem me indicou foi uma amiga de &lt;strong&gt;Taiwan&lt;/strong&gt;, e assim como ela, me apaixonei pelo som desta banda Sul-Coreana que inclusive consegue fazer &lt;strong&gt;Bossa Nova melhor que brasileiros&lt;/strong&gt; (mas como eu realmente não gosto de MPB, sou meio suspeito pra falar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coincidentemente se você for fuçando no youtube nos links do Tricky Bizzniss você só não chegará ao Clazziquai Project, como a &lt;strong&gt;Humming Urban Stereo&lt;/strong&gt;, também das terrinhas da Coréia do Sul. Conhecidos meus de longa data, devo dizer que eles ganham o prêmio de terem dois dos clipes mais fofos e miguxos de toda a história da música e do universo. Se duvidam, se “enfofuchessem” vocês também com os links abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hawaiin Couple&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/L9-CcVKXLEY&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" fs="1" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Banana Shake&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YSz5gnjeZjo&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" fs="1" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de coisa me faz considerar muito se não era apropriado eu fazer o meu cursinho de DJ, colocar umas roupas style, numa mistura de cluber com um elegante-agressivo a lá Jason Sthatan e formar meu próprio projeto musical... Hum... Talvez comece pelas roupas...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-4136278797453608914?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/4136278797453608914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=4136278797453608914' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/4136278797453608914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/4136278797453608914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/08/tricky-bizzniss-algumas-coisas-fofuchas.html' title='Tricky Bizzniss &amp; algumas coisas fofuchas'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-5612468316423646234</id><published>2008-08-01T21:37:00.000-07:00</published><updated>2008-08-01T22:23:06.384-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batman'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Sobre "Batman - O Cavaleiro das Trevas" e relembrando "Batman Returns"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://melanism.com/pics/theknife.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://melanism.com/pics/theknife.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Coringa e sua famigerada faquinha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só tendo visto o trailer do filme “Batman – O Cavaleiro das Trevas” já dava pra saber que ia ser, com o perdão da expressão vulgar, foda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o filme é tudo o que o trailer promete. Tem bastante ação, tem acontecimentos dramáticos e tem Heath Ledger mostrando o seu lado negro, seu lado “Joker”. O cara está foda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as cenas em que ele aparece a tensão do filme aumenta em 10 vezes. Você até fica desejando que o personagem do Coringa saia de cena logo, porque senão o bicho vai pegar fodido. Por exemplo, há um momento em que ele invade uma festa com 300 convidados – o lugar está cheio de gente. Daí ele tira saca uma faca, e nem é dessas mega-facas do Rambo, e você tem certeza absoluta de que ele vai massacrar todo mundo usando apenas aquela faca. Como eu disse, é foda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa dessa tensão, acabei me lembrando de quando eu tinha ido ver o “Batman Returns”(1992) dirigido pelo Tim Burton. Fui ao cinema nessa fatídica férias escolar do ano de 1992 pra ver o filme, um filme baseado num herói muito legal. Apesar da pouca idade, eu tinha gostado do primeiro Batman, mesmo com toda a violência inapropriada para mim e quis ver o segundo, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época eu tinha 10 anos e minha tia me levou ao cinema. O filme começa, daí temos a mulher gato (Michelle Pfeiffer) sendo jogada de um prédio. Até aí tudo bem. Então seu corpo é cercado por dezenas de gatinhos que a lambem e ela se levanta extasiada, reanimada por aqueles animaizinhos, até então, inocentes. A cena causou um certo curto-circuito na minha cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A secretária vira uma mulher em roupa de couro e numa cena ela literalmente desenha um jogo da velha, com suas garras metálicas, na cara de um marginal. Uou! Pra em seguida furar ambos os olhos do coitado! A essa hora, meus dois olhinhos puxados estava esbugalhados! Eu jamais vira tamanha violência “crua” assim. Nem nos filmes do Charles Bronson e derivados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha tia se vira para mim e fala: “Meio violento esse filme, né? Vamos embora?” E eu insisto: “Não, vamos ficar mais um pouco pra ver o que acontece”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois passamos para o outro vilão do filme, o Pingüim, interpretado pelo Danny de Vito, numa excelente atuação, diga-se de passagem. Um vilão bizarríssimo criado desde criança por pingüins. Numa manobra política, um partido de Gotham enxerga nele um candidato em potencial para a cadeira de prefeito da cidade! Utilizam-se da imagem dele de paria da sociedade para tentar ganhar a simpatia de Gotham e de todos os eleitores que devem viver à margem da sociedade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.starman-imaging.com/may05/batretn1840a.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.starman-imaging.com/may05/batretn1840a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;No primeiro plano a Mulher Gato (Michelle Pfeiffer) e lá atrás o Pinguim (Danny de Vito) em "Batman Returns".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Então tem essa cena do Pingüim na sede do partido em que todos estão comemorando as pesquisas positivas em favor dele. Eis que daí um dos homens que trabalham no partido desdenha do candidato. O Pingüim começa a discutir numa voz branda, ficando cara a cara com o homem e termina abocanhando o nariz do cara! O Pingüim fica atado com esse pobre coitado, o nariz dele esvaindo-se em sangue, sangue esse que enxarcava a boca do vilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento toda a inocência que existia em mim foi por água abaixo. O mundo era sujo sim, sujo e violento. Quem diria, que os políticos que beijavam criancinhas na televisão eram mordedores de narizes?Minha tia se levantou da cadeira e puxou a minha mão, que no momento estava pálida como o meu rosto. Foi uma das imagens mais assustadoras da minha infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de certa forma, as imagens assustadoras voltaram com o Coringa de Ledger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Coringa de Ledger é psicótico, maníaco, muito diferente daquele Coringa do Jack Nicholson, meio perigoso, meio brincalhão. O novo Coringa é sem noção, “ele não sabe brincar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, falei tudo isso pra discorrer brevemente sobre uma pequena cena do filme. É uma cena minúscula, que não dura nem cinco segundos, mas que tem uma puta força poética no filme, pelo menos eu penso assim. Ela tinha sido exibida no trailer e foi uma das cenas mais marcantes do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esta cena aí embaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://graphics8.nytimes.com/images/2008/07/28/movies/Knight600.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 430px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px" height="230" alt="" src="http://graphics8.nytimes.com/images/2008/07/28/movies/Knight600.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Heath Ledger como o Coringa. Ao fundo o amanhecer na cidade de Gotham.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sem contar muitos detalhes sobre a trama, mas é um momento em que o Coringa escapa da polícia e se apodera de um carro policial. A cena é marcante porque é o único momento em que o filme dá uma pequena humanizada no personagem. Ela ocorre já na metade final do filme e até esse momento vimos o Coringa botar o terror na cidade. Bom, depois desse momento também vemos o Coringa botar o terror na cidade, mas este é um instante em que toda a loucura e violência do personagem ficam de lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem dura cinco segundos. Mas é uma imagem extremamente bonita – ainda que ele seja um vilão que não hesita em passar a faca nos que cruzam o seu caminho, ele ainda aproveita desse momento de liberdade com um gesto simples, sentir o vento bater na cara, balançando os cabelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não sai por ai dizendo “Rá! Estou livre, quero beber e dormir com umas mulheres”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o Coringa aproveitando um momento fugaz. De certa forma a imagem também ganha mais significados com a morte do ator. Ainda mais que seja o filme tem essa interpretação fodida do cara. E uma das últimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;PS: um dia o Tim Burton ainda ganha um post só sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-5612468316423646234?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/5612468316423646234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=5612468316423646234' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5612468316423646234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5612468316423646234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/08/sobre-batman-o-cavaleiro-das-trevas-e.html' title='Sobre &quot;Batman - O Cavaleiro das Trevas&quot; e relembrando &quot;Batman Returns&quot;'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-7628354619210664179</id><published>2008-07-26T10:56:00.000-07:00</published><updated>2008-07-26T12:42:43.027-07:00</updated><title type='text'>Mais ficção, menos científica, por favor!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Uma tripulação isolada no meio do espaço, sem ter a quem recorrer, deve lidar com uma misteriosa criatura alienígena que invadiu sua nave e agora os persegue um a um...&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Ah! Ele está falando de “Aliens – o oitavo passageiro” de Ridley Scott! Lógico! Eu manjo tudo de cinema! Lá lá lá... – &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Admitam amigos do Sanduba, foi o que pensaram não? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ERRADO!&lt;/strong&gt; Eu falo de “&lt;strong&gt;IT: The terror from beyond space&lt;/strong&gt;” de 1958, dirigido por Edward L.Cahn. Clássicasso em preto e branco, com direito a monstro de borracha, zíper e nave em forma de foguetinho, como nos desenhos do Pica-Pau.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227387109958166658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_x5lCCT9hB-k/SIto4XCDKII/AAAAAAAAAC4/bqEtTlBJ4c0/s400/It!%2520The%2520Terror%2520From%2520Beyond%2520Space.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Com as crescentes novidades tecnológicas, em parte trazidas pela Segunda Guerra Mundial, a eminente revolução cultural que estava prestes a estourar poucos anos depois e um mundo de possibilidade inimagináveis até então, como a imagem de uma bomba atômica explodindo em cadeia nacional no horário nobre da TV, a mentalidade dos roteiristas e diretores de Terror começavam a mudar. Franksteins, Vampiros, Múmias e Lobisomens haviam ficado na década de 40 e o mundo precisava de novos monstros. Some a isso tudo uma pitada de paranóia da guerra fria, onde o “terror” poderia vir de locais inimagináveis ou pior, estar escondido entre nós, e voi lá: surgia a era de ouro da ficção científica, no cinema e na literatura. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O clima de desconfiança, o medo do incógnito e a sensação que havia algo de errado entre nós, que uma ameaça mortal poderia conviver ao nosso lado há anos e nem desconfiarmos, era visível. A idéia de outros povos invadirem e intervirem em nossa cultura mantinha-se constante. O terror aqui se concretizava em forma do desconhecido que penetrava silenciosamente em nossa sociedade. Fosse um invasor do espaço, uma criatura hedionda que há milênios vivia nas entranhas do planeta até ser despertado pela civilização ou na maioria das vezes um monstro mutante proveniente da ciência mal utilizada. Neste caso a radiação quase sempre. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Talvez a maioria dos filmes, a quem assista hoje, possa parecer um tanto inocente ou infantil. Mas acreditem galera, se vocês vivessem em 1950 e poucos e vissem um desses bichanos de látex pela frente ou um vulto sombrio na parede, era o suficiente para arrancar os braços da poltrona do cinema! &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Particularmente sempre preferi mais esses filmes antigos. Havia certa sacada nos roteiros que não encontramos hoje em dia. Parece-me que os autores atuais (salvo exceções) encontram-se mais preocupados com a ciência do que a ficção. E isso obviamente acaba produzindo idéias cada vez mais insossas que se assemelham a um documentário da Discovery Channel com uma historinha no meio. Certos criadores parecem tão concentrados em tentar “provar” que sua idéia é plausível, que acabam por se perder no meio de tantas explicações. Engraçado que isso, na maioria das vezes, gera o efeito inverso. Afinal, quanto mais informação se dá, mais fácil de ser contradito. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O próprio Issac Asimov, provavelmente o mais notório nome da ficção científica contemporânea, explicou as delícias e vantagens de se usar “elementos fictícios”, como compostos químicos inexistentes, para se narrar uma boa história de ficção. Os próprios H.G Wells e Júlio Verne, considerados por muitos os “fundadores” do gênero, nunca se preocuparam aprofundar-se em detalhes científicos a respeito de suas idéias. Para o leitor bastava saber que o Capitão Nemo havia construído uma máquina capaz de navegar no fundo do oceano. O resto literalmente era história (e das boas!).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A meu ver, sempre considerei Ficção Científica e Terror como uma espécie de conto de fadas moderno. Não acrescenta nada à história saber qual era a composição química da fórmula que o Dr. Jekyll ingeria para transforma-se no Mr. Hide ou como era o processo cirúrgico usado por Victor Frankstein para dar vida ao monstro. O importante não era o “porque” e nem o “como”, mas sim o “o que”. Se analisarmos esses gêneros um pouco mais a fundo, veremos que, despidos dos elementos preconceituosos que certas elites ditas intelectuais têm, na verdade eles pouco falam sobre ciência ou misticismo, mas sim sobre nós humanos. A grande diferença é que ao contrário de um drama do circuito alternativo austro-húngaro, aqui você consegue se divertir e não dorme depois dos primeiros 30 minutos de filme... = ) &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo bem interessante, e uma dica também, de um filme mais recente, onde ainda prevalece o charme da ficção-científica clássica é o bom “Cloverfield”. O diretor e o roteirista enfocam mais na reação da população, quando um monstro gigante invade Nova York, do que em perder tempo explicando de onde surgiu a criatura. E cá entre nós, eu pessoalmente não estou nem um pouco interessado em saber sua origem. Se é um alienígena, criatura do fundo do oceano ou um acionista insatisfeito de Wall Street que tomou a fórmula das Menininhas Superpoderosas, definitivamente não é o importante. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O mesmo vale para o excelente coreano “The Host” (milagrosamente disponível no Brasil como “O Hospedeiro”), provavelmente um dos melhores filmes de monstros já feitos. O drama de uma família problemática, desesperada para resgatar a criança da casa, capturada por uma misteriosa criatura aquática em meio ao clima de histeria que se abate sobre a cidade, acaba deixando em segundo, ou talvez terceiro plano, a rápida e simples explicação dada sobre a origem do monstrão. Diga-se de passagem, os efeitos especiais não deixam nada a dever para nenhum filme atual das terras do tio Sam. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como o post está, pra variar, ficando grandinho demais, vou deixar para uma próxima o checklist básico, com alguns filmes de ficção bem antigos e indispensáveis. Aí junto com mais uns exploitation e faço um mega-listão. ^^&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abraços!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-7628354619210664179?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/7628354619210664179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=7628354619210664179' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/7628354619210664179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/7628354619210664179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/07/uma-tripulao-isolada-no-meio-do-espao.html' title='Mais ficção, menos científica, por favor!'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_x5lCCT9hB-k/SIto4XCDKII/AAAAAAAAAC4/bqEtTlBJ4c0/s72-c/It!%2520The%2520Terror%2520From%2520Beyond%2520Space.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-2021304518983375690</id><published>2008-07-24T08:34:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T08:59:40.097-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='falecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dercy Gonçalves'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fabiano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='George Carlin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Descanse em paz, George Carlin</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Talvez alguns de vocês, carissimos amigos do Sanduba Cultural, nunca tenham ouvido nesse nome.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Mas se você já ouviu (antes dele morrer), tenho certeza que já riu com ele!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Dia 22 de junho morreu um dos meus humoristas favoritos. George Carlin (1937 - 2008) era um humorista do gênero stand up (aqueles caras que ficam de pé contando piada, e geralmente tem um cara com uma bateria atrás que faz um "tum-tum, tssss" indicando que é hora de você rir), e dotado de um humor negro deliciosamente divertido. Cheio de sátiras ao desejado american life-style (ser um americano mediano bunda mole), aos religiosos e aos políticos. Sem medo de ofender, é tapa na cara mesmo. Um humor inteligente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Conheci um dos albuns dele (sim, ele tem vários) enquanto ouvia a rádio do Yahoo, há alguns anos atrás. Comecei ouvindo com a intenção de praticar minha escuta no idioma, e de repente me vejo fã do cara. Ouvi outros, baixei alguns, entrei no site. Poxa, o cara é bom mesmo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Uma palhinha pra vocês, já traduzida:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;"Lutar pela paz é como transar pela virgindade." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Fighting for peace is like screwing for virginity.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;"Eu tenho tanta autoridade quanto o papa, eu só não tenho tantas pessoas que acreditam nisso."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;I have as much authority as the Pope, I just don't have as many people who believe it.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Eu nunca seria parte de um grupo cujo o símbolo era um cara pregado em dois pedaços de madeira."&lt;br /&gt;&lt;em&gt;I would never want to be a member of a group whose symbol was a guy nailed to two pieces of wood.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu parei de votar quando parei de me drogar. Eu acredito que ambos os atos estão relacionados a pensamentos ilusórios."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O motivo que eu falo comigo mesmo é porque eu sou o único que tenho respostas que eu aceito."&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The reason I talk to myself is that I'm the only one whose answers I accept.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando alguém está impaciente e diz, 'eu não tenho o dia todo', eu sempre me pergunto, como pode ser isso? Como você não tem o dia todo?"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;When someone is impatient and says, "I haven't got all day," I always wonder, How can that be? How can you not have all day?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por ai vai. Eu poderia citar outras melhores, inclusive uma das minhas prediletas: como alguém pode falar pra outra pessoa pré-aquecer o forno? Só existem dois estados que um forno pode estar: aquecido ou NÃO AQUECIDO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi mais uma perda grande para o humor mundial. Dercy Gonçalves foi outra que decidiu vestir o pijama de madeira e visitar o Costinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, caro leitor, fica aqui meu convite para você conhecer algo mais sobre George Carlin. Se você tem um conhecimento "ok" de inglês, dê uma visitada no site dele. Se você escuta com tranquilidade, ouça uma faixa de um dos CDs dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humor de qualidade não faz mal a ninguém. Pelo contrário!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quer saber um jeito de sentir algo estranho? Sente na privada comendo uma barra de chocolate!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços do Fabiano!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-2021304518983375690?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/2021304518983375690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=2021304518983375690' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/2021304518983375690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/2021304518983375690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/07/descanse-em-paz-george-carlin.html' title='Descanse em paz, George Carlin'/><author><name>Fabiano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389573642111577038</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_vp3xALvRAEw/SD4z7d4f9rI/AAAAAAAAAAM/E4vGP-MBQTY/S220/eu_desenho.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-5558678074754152856</id><published>2008-07-17T21:39:00.001-07:00</published><updated>2008-07-17T21:43:53.157-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bryan Adams'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Skynet'/><title type='text'>Bryan Adams nos tempos da internet</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.filibeto.org/images/bryanadams_18till_idie.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.filibeto.org/images/bryanadams_18till_idie.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Capa do disco "18Til I Die" (1996)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Quem sabe cantar de cor um disco inteiro do Bryan Adams?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Não ria, mas eu sei.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Lembro que comprei o disco em questão lá pelos idos de 1996, quando o “18 Til I Die” foi lançado pelo cantor canadense. &lt;/span&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;Nesse álbum tem aquela música hit “Have You Ever Really Loved A Women?”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Mas foi uma outra música que me chamou a atenção para esse disco. Ela faz parte da trilha sonora de um filme do Francis Ford Coppola chamado “Jack”. Sim, é o filme do Robin Willliams em que ele interpreta uma criança com distúrbios de crescimento, o que faz ele envelhecer biológicamente 5 anos a cada ano cronológico que se passa. Achei a música dos créditos iniciais e finais do caralho e acontece que era do Bryan, “Star”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ouvindo o disco recentemente lembrei de todas as letras, cantava sentindo a profundidade das emoções. Pelo menos no máximo de emoções que o Bryan Adams pode oferecer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Às vezes é o suficiente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Percebi que há muito tempo não ouço um álbum de cabo a rabo, acompanhando as letras das músicas. Isso porque parei de ouvir cd´s. Só ouço a MP3 e de certa forma fiquei triste com isso, porque sinto que perdi algo. Ao mesmo tempo em que temos mais acesso às músicas, temos menos tempo pra ouvir, para degustar. Quando se tem uma “pilha” de músicas para se escutar fica mais difícil de realmente ouvi-las. Ainda mais se for do músico canadense.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;É uma pena.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Se não fosse assim, eu ainda poderia ouvir discos como eu ouvia nos tempos do Bryan Adams.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Vou recomeçar a comprar cd´s.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Mas fica aqui o desabafo e a homenagem a um álbum tão subestimado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Bryan, you rock!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Or used to...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-5558678074754152856?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/5558678074754152856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=5558678074754152856' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5558678074754152856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5558678074754152856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/07/capa-do-disco-18til-i-die-1996-quem.html' title='Bryan Adams nos tempos da internet'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-5286501723533997352</id><published>2008-07-16T10:45:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T11:04:40.388-07:00</updated><title type='text'>A bolsista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Era uma vez uma menina e sua fixação, diria mesmo que tara, por bolsas. Desde muito mocinha manifestava de forma psicótica adoração por qualquer mercadoria que viesse a parecer, mesmo que remotamente, a uma bolsa ou afins. Diria que não somente adoração, mas tinha tais objetos pela mais alta conta. Sendo assim, prossigamos com o desenrolar da história. Quando pequena infante, costumava surrupiar as bolsas das parentas, entenda-se isso mãe, avó, tias, primas e quem mais costumasse frequentar sua casa, e punha-se a desfilar com elas, batendo palmas de alegria e dizendo que quando crescesse teria um hipermercado de bolsas onde cliente algum teria acesso, ela não permitiria tal abuso de intimidade, tal adentramento de características pertinentes à sua personalidade. Ficaria na porta mostrando os produtos a todas as mulheres que passassem, mostraria a língua e diria:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Tá vendo, sua horrorosa? É minha, só minha, de mais ninguém, pode espernear, gritar, se descabelar toda que não estou nem aí para você. Não mesmo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mas há de se levar em conta que a família da moça não era de altas posses, sendo assim, teria de se contentar com bolsas somente em ocasiões especiais, tais como Páscoa, Natal, aniversário, Dia das Crianças e algumas outras que procurava criar em iniciativa e benefícios próprios.  Mas os anos foram pródigos com a mencionada desde as linhas acima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na adolescência, veio-lhe à mente a brilhante idéia: Serei socialista, mesmo que forçosamente, se as mulheres não querem presentear-me com bolsas, toma-las-ei à força. E desde assim foi feito, claro que com requintes de charme, que sobejava nessa criatura. Passou então a frequentar redutos especialmente femininos e, quando visualizava uma bolsa que lhe saltava aos olhos, tinha pensamentos diabólicos e planejava uma forma de acrescentar a dita-cuja à sua já grande coleção de bolsas. Há de se comentar que um quarto da sua morada teve de ser esvaziada para dar lugar à quantidade crescente de mercadorias que em teoria servem para guardar o mundo de tralhas que o universo feminino considera indispensável ao bem-estar e segurança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma das suas táticas era entabular conversa animada ao ar livre com a caçada do dia. Após confiança mútua e perceber que a citada se encontrava distraída, dizia com a maior das caras-de-pau encontradas no mundo contemporâneo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Moça, olha só o avião, que coisa mais linda de Deus!!!! Jesus, Maria José, que belezura!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E esperava que a pessoa desviasse o olhar para cima para que sua bolsa fosse subtraída sem a menor cerimônia. E não adiantava persegui-la nem chamar as autoridades competentes, pois a tal simplesmente evaporava das redondezas. Era maratonista nas horas vagas, justamente para ter facilidade de fuga em tais situações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mas essa menina não se importava o mínimo com o recheio da bolsa, a ela interessava somente a embalagem. Sendo bondosa de coração e alma, procurava se informar do endereço da vítima e devolvia por Sedex as mercadorias encontradas na bolsa intactas. Nem no dinheiro mexia, até para evitar tentações, raríssimas vezes abriu a carteira à cata de alguma mulher abonada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Também costumava andar à espreita de senhoras idosas pelas esquinas da vida. Ao enxergar uma idosa bem ajeitada e com uma bolsa faltante às suas relíquias, oferecia-se para ajudá-la na empreitada de atravessar a rua, ato considerado complexo no trânsito das nossas cidades. Ao consumar o fato, a bolsa era subtraída da idônea velhinha sem que ao menos a pobre pudesse exprimir alguma reação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E os anos passaram e a moça transformou-se numa garbosa senhora, frequentadora do baile da varize e dos bingos de seu bairro. Será que essa moça, atualmente, se emendou e deixou de ser cleptomaníaca de bolsas? Até o presente momento, o que se sabe é que suas vítimas são as aposentadas da fila do banco no início do mês, quando vai retirar a pensão deixada pelo seu esposo já falecido, aproveitando o ensejo para aumentar ainda mais sua coleção monstruosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-5286501723533997352?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/5286501723533997352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=5286501723533997352' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5286501723533997352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5286501723533997352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/07/bolsista.html' title='A bolsista'/><author><name>Feche a porta ao entrar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01462466987478723374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3zPB5VYz3lw/TBuMSm3gwqI/AAAAAAAAAkI/vSdcl7_AfAA/S220/OgAAAJSVpKiRu4DmhMKt1iSrNFeFgVbH08VGyDA3Zq5y98jeC865BagSAxow3sFRq8XnB4XwbfNKCKRKArGH5nHnqF0Am1T1UI9sxdS7WgOltTtXdQkZbcOnVQir.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-5045896920224618041</id><published>2008-07-15T13:41:00.000-07:00</published><updated>2008-07-15T13:46:53.762-07:00</updated><title type='text'>Angus RPG</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;“Há um tempo para falar, e outro para manter o silêncio.”&lt;br /&gt;Trecho extraído do documento de São Gildas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês devem se recordar que no tópico anterior "A Espetacular Vida da Morte" mencionei levemente sobre o "Angus RPG". Meu "primeiro" livro publicado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Porque entre asp&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;as? Bom, para quem pegou o bonde andando e não tem ticket de viajem, irei me explicar pra vocês não serem chutados vagão afora pelo segurança. Em 2003 pra 2004 fui convidado pela então produtora Editorial, Luciana Almeida, que na época trabalhava na Arx Jovem, editora filiada a Siciliano, à auxiliar um de seus autores na árdua tarefa de escrever um livro de RPG. Era Orlando Paes Filho, conhecido por sua série de livros "Angus". Na época uma coqueluche entre a sociedade nerd brasileira. No final acabou ficando acertado que eu escreveria o livro inteiro e criaria as regras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nem vou entrar em minúcias sobre a parte do doloroso parto que foi os constantes problemas, como trocas de editoras e editores, uma mudança completa do projeto originalmente proposto por mim, etc e talz... O livro foi concluído e quando a edição final veio às minhas mãos, descobri que, fora os textos e as regras criadas, nada mais restava da minha idéia inicial. O livro tinha ficado absurdamente grande devido a um volume descomunal de ilustrações totalmente desnecessárias e com um preço exorbitante! O que era pra ser um "fast play" descompromissado de 50 e poucas páginas, virou aquele titanic RPGístico com folhas envernizadas. Vamos ser sinceros, o livro ficou parecendo uma dançarina de axé. Lindo, mas sem nenhum conteúdo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nada contra o Orlando, sua equipe, a editora Arx Joven ou Planeta. Ao contrário, todos eles são excelentes profissionais e muito talentosos. Mas acho que realmente o livro acabou sofrendo demais com todas as mudanças de editores, editoras e rumos que acabou tomando. Talvez se eu tivesse tido um pouco mais de voz ou liberdade dentro do projeto, acho que teríamos feito algo realmente grande (e pelo amor de Deus, mais barato!). Talvez um dia alguém faça uma nova versão do Angus RPG, em conta e com regras mais detalhadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De uma forma ou outra, aqui estamos nós! Finalmente voltando à ativa depois de quase 3 anos jogados no lixo, em vicissitudes alheias à minha vontade (e também porque eu, no português claro, dei bobeira nesses últimos tempos). Enfim, deixe-mos de enrolação e mandemos um singelo texto aqui. Em específico, o esboço da introdução original, que não chegou a ser publicada na versão final do Angus RPG. O texto foi retirado, pois na ocasião o Orlando achou a idéia “mitológica” demais e a proposta era um livro mais “pé no chão”. Enfim... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cá entre nós, relendo hoje em dia, percebo que talvez não fosse mesmo a melhor introdução, mas ainda assim acho legal mostra-la. (Talvez o livro possa ser um filho com seus defeitos. Meio manco, feio, com casquinha de feijão no dente, pagodeiro e retardado, vai lá, admito, mas ainda assim é meu filho). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O FREIXO DO MUNDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E o mundo assim surgiu... De Musspellzheim veio o fogo e a luz, e de Niflheim, o frio e as trevas. No centro, entre essas duas regiões antagônicas, estava Ginnungagap, o grande vazio, o Caos. As fagulhas flamejantes desprendidas de Musspellzheim entraram em choque com as grandes montanhas de gelo de Niflheim, derretendo a neve e a transformando a água em uma matéria incandescente. E a fuligem ganhou vida. Pedaço por pedaço, formaram o gigante Ymir – pai e senhor de todos os gigantes. Assim era seu destino, assim foi; pois muitos vieram depois dele. A grande concepção foi dada numa noite – se é que naquele tempo podíamos dividir o passar das horas em dias e noite. Ymir adormeceu, começou a suar. E de sua axila esquerda nasceu um casal de meninos sadios e belos. Entre eles veio Thrudgelmir. E de Thrudgemir, Bergelmir, e desta forma, todos os gigantes. Dos suntuosos pés de Ymir, criou-se um monstruoso titã de seis cabeças.&lt;br /&gt;E para dá-los o que comer, os sombrios meandros que regem a existência conceberam da mesma maneira Audumla, a vaca, que gerou quatro vastos rios de leite. Com fome, porém sem ter com o que saciá-la, Audumla começou a lamber os imensos blocos de gelo de Niflheim durante três dias seguidos. De um desses blocos surgiu primeiramente a cabeleira, depois a cabeça e por final o portentoso e belo corpo do titânico Buri.&lt;br /&gt;E Buri teve um filho, Buer; esposo de Bestla e pai de Odin, Vile e Vé. Estes e aqueles que descenderam deles, combateram o gigante Ymir e retiraram sua vida. O sangue que jorrou de seu corpo moribundo afogou a todos os outros gigantes, seus filhos, salvo à Bergelmir, que conseguiu escapar junto com sua esposa, navegando numa arca.&lt;br /&gt;E a partir do cadáver de Ymir, os deuses vencedores, formaram o mundo. Do sangue restante, criaram os oceanos, mares, rios e lagos; da carne formou-se a terra; dos ossos, fez-se as montanhas; dos cabelos, a florestas cresceram; dos dentes, as rochas e do crânio, surgiu o firmamento, onde as fagulhas restantes do fogo de Musspellzheim se tornaram estrelas a brilhar intensamente à noite.&lt;br /&gt;O que não pode ser aproveitado do corpo do falecido gigante foi entregue aos vermes para que fosse devorado. E estes, após se alimentarem da carne moribunda, se tornaram Elfos Negros, pois os deuses resolverem lhes dar inteligência e aspecto humano, conservando, porém suas proporções mínimas.&lt;br /&gt;Em seguida os deuses criaram os mortais. Nasceu então o primeiro casal humano: Ask, esculpido a partir de um freixo e Embla, moldada em ulmo. Como morada receberam Midgard, a Terra. Deles seguiram-se todos os outros seres que habitaram este vasto mundo onde, nós, pobre mortais vivemos.&lt;br /&gt;Ocupando toda existência havia Igdrasil. Um imenso freixo que provinha sombra à grande região celestial. Suas raízes se estendiam até a parte mais profunda do mundo subterrâneo. As três Normas, feiticeiras, eram encarregadas de regá-la; enquanto, muitas vezes, entre seus ramos, os deuses se reuniam para esperar as notícias de um incansável esquilo, que vigiava a obra das serpentes e de quatro corvos, interessados em obliterar a Árvore do Mundo.&lt;br /&gt;Alheios a tudo isso, os mortais tinham seus próprios jogos e intrigas. Brincavam de Deuses e de destino, de vida e de morte, com o sangue dos próprios irmãos lustrando as lâminas de suas espadas...&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-5045896920224618041?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/5045896920224618041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=5045896920224618041' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5045896920224618041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5045896920224618041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/07/angus-rpg.html' title='Angus RPG'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-1844182918537372353</id><published>2008-07-14T10:24:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T13:12:05.149-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sangue'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo... e ahn... sangue?'/><title type='text'>Um pouquinho de exploração pra vocês! = )</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Muita gente deve ter ouvido falar da Pornô-Chanchada, peculiar gênero brasileiro amplamente difundido lá em meados de 1970 e quebradinhos, até se extinguir (graças a Deus) na metade dos anos 80. Mais pornô que chanchada, esse estilo de filme veio inspirado no Exploitation, subgênero policial, que surgiu no finalzinho da década de 60 nos EUA e acabou se fragmentando em diversas categorias menores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Originalmente o Exploitation era um filme policial, de aventura ou de suspense, com doses excessivas de violência e sexo. Um grito de libertação cultural típico da época. Basicamente os roteiros sempre giravam em torno dos mesmos assuntos: malandragem, bandidagem, máfia, protagonistas “descolados”, drogas, bebida em excesso e heroínas de peitos de fora, que geralmente deitavam com o primeiro que aparecesse pela frente. Uma mistura do charme noir dos antigos filmes de detetive preto e branco, com certo cinismo bucólico da Nouvelle Vague e uma narrativa propositalmente canalha extraída de alguma peça de Nelson Rodrigues ou até mesmo de um episódio do Hermes e Renato. Aliais, para os que não sabem, a musiquinha tema de abertura do seriado da MTV citado, é extraído de duas faixas da trilha sonora do filme “Money” composta magistralmente pelo sempre genial Quince Jones. Se quiserem tirar a prova procurem por “Money” e “Money Runner” e verifiquem. = ) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Podemos citar obras de diretores mais recentes, como Quentin Tarantino, Robert Rodriguez e Guy Ritchie (o marido da Madonna, é, a Madonna “papa don’t preach” mesmo) cuja estrutura dos filmes é basicamente moldada na cultura Explotation. Tarantino, por sinal, sempre se declarou fã do gênero e nunca negou este como sendo sua principal influência. Graças aos Exploitation abriram-se caminhos pra outros gêneros igualmente maravilhosos, como os terrores &lt;strong&gt;Splashers&lt;/strong&gt; na década de 80, ao exemplo de Sexta-Feira 13, provavelmente o representante mais famoso do grupo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora no Brasil o filão tenha se desviado terrivelmente da proposta original, descambando mais pra sacanagem descarada do que pro policial; atingindo níveis de pieguice e tosquice insuportáveis até para os trashmaníacos menos exigentes, em outros locais tivemos derivações mais felizes. Desde a Blackexploitation (ou blaxploitation), originalmente feita para o público afro-americano, até o Euro-Crime e os Giallos Italianos. No oriente, especialmente Hong Kong, tivemos toda aquela leva de filmes de Kung-Fu que culminou com a consagração de Bruce Lee no mercado ocidental, e os Yakuza-Dramas, vindos do Japão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Engraçado dizer que é exatamente no oriente que o gênero se manteve por mais tempo, ainda hoje podendo ser encontrados exemplos bem interessantes produzidos recentemente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como o assunto é abrangente demais provavelmente voltarei a ele mais vezes. Por hora deixo com vocês alguns pontos “obrigatórios” do guia de filmes explotations a serem vistos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Superfly (1972)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente um dos maiores e mais notáveis filmes da Blaxploitation, Conta a história de um mega-traficante, que tenta realizar a maior transação de sua carreira, para poder se “aposentar”. Vale muito a pena. A continuação de 1973 “Superfly T.N.T” consegue ser ainda melhor e mais divertida que o filme original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Enter the Dragon (1973)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bruce Lee é um agente secreto que deve se infiltrar num campeonato de artes marciais para desbaratar uma rede criminosa. Motivos pelos quais o filme deve ser visto desesperadamente: Bruce Lee chutando bundas alheias e gritando “iaaaaa”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cleopatra Jones (1973)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cleópatra Jones é uma bela agente disfarçada, de uma divisão antidrogas, a serviço do governo dos Estados Unidos. O resto da trama nem precisa ser muito explicada. O filme tem lá seus bons momentos, sendo deliciosamente cafona. A continuação de 1975 leva a agente a enfrentar a máfia chinesa em “Cleopatra Jones &amp;amp; the Casino of Gold”. Destaque para a atriz Tâmara Dobson, que não deixa nada a perder para uma Halle Berry da vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222926163901108050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_x5lCCT9hB-k/SHuPrH9rT1I/AAAAAAAAACo/Lwq2hvYzH-Q/s320/ladysnowblood.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lady Snow Blood (Shura yuki hime, 1973)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aquela coisa fofucha, linda e pequenininha que era a Meiko Kaiji no auge de sua forma, interpreta uma assassina que para vingar a morte de seus pais, promove um verdadeiro banho de sangue no Japão Feudal. Uma nota interessante é que esse filme é baseado num mangá do mesmo criador do Lobo Solitário. A música tema&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, cantada também pela atriz, está inclusa em “Kill Bill”. Se houver muitas similaridades entre os dois filmes, não é coincidência. Tarantino realmente usou Lady Snow Blood como uma base principal para a criação de sua saga em dois volumes. = )&lt;br /&gt;A continuação do ano seguinte, Lady Snow Blood II – Love Song of Reveange (Shura yuki hime: Urami Renga) não é tão boa quanto o primeiro filme, mas ainda é digna de nota (principalmente se você estiver a fim de ver uma japa cuti-cuti descendo a lenha em todo mundo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sex and Fury (Furyô anego den: Inoshika Ochô, 1973)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Na cena top do filme, Reiko Ike, uma das maiores musas dos filmes de ação japoneses da década de 70, luta nua contra uma legião de assassinos com sua katana em punho e corpo tatuado. Tecla SAP apertada: Uma japonesa gostosa da década de 70 luta NUA mandando ver nos manés, ao melhor estilo Kill Bill, num filme pra lá de jóia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Não espere doses excessivas de ação e poucos diálogos. Pra quem está acostumado ao estilo Tarantino, um prato cheio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Female Yakuza Tale (Yasagure anego den: sôkatsu rinchi, 1974)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Continuação de “Sex and Fury”. O FILME JÁ COMEÇA COM REIKO IKE LUTANDO NUA NOS CRÉDITOS DE ABERTURA numas das melhores seqüências iniciais que eu já vi (sério mesmo). Esta cena talvez tenha tido um impacto maior ainda comigo, devido ao fato de ter assistido a continuação, antes do primeiro.&lt;br /&gt;Vale a pena pelo meio criativo que os traficantes usam para transportar as drogas do Japão para a China: Dentro de cilindros taludos de madeira introduzidos na vagina de prostitutas. Sim, tem um duplo sentido ENORME! @_@.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Black Belt Jones (1974)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ator Jim Kelly e o diretor Robert Clouse que já haviam trabalhado juntos em “Enter de Dragon” no ano anterior, voltam a formar parceria pra contar a história de “Jones, o faixa-preta”. Imaginem um negão com cabelo Black Power lutando kung fu e descendo o tabefe em terríveis mafiosos que querem demolir a academia da comunidade carente. Pois é. Tá esperando o que pra ver o filme? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222924767191624674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_x5lCCT9hB-k/SHuOZ00L6-I/AAAAAAAAACg/pfOBGXk2sS4/s320/thriller_big.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Thriller – A Cruel Picture. A.K.A “They call her one eye” (1974)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Quando assisti Kill Bill pela primeira vez e vi Daryl Hannah caracterizada, quase caí da cadeira ao perceber que provavelmente eu não era um dos únicos retardados do planeta a gostar deste filme com a sueca Christina Lindberg. O roteiro é o básico padrão dos explotaition para heroínas femininas: após ser brutalmente violentada, espancada, torturada, escravizada, etc, etc, (e obviamente perder um olho), Christina Lindberg volta para se vingar dos criminosos e os fazer comer o pão que o diabo amassou. Se por acaso alguém simpatizar com a loirinha veja “Sex and Fury” (citado acima), onde ela interpreta uma das personagens principais junto com Reiko Ike. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;PS: Apenas para constar. Esse filme é de produção européia, o que significa que tem cenas de &lt;strong&gt;sexo explícito&lt;/strong&gt; (eu disse explícito mesmo!). Sinceramente eu acho desnecessário mostrar certas coisas e até meio chato... Mas isso não tira o mérito do filme. Ele continua beeemmm legal se desconsiderarmos a p*taria descarada de algumas cenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Depois eu retorno ao assunto, com outras indicações legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz galera! Fui!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-1844182918537372353?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/1844182918537372353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=1844182918537372353' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/1844182918537372353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/1844182918537372353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/07/um-pouquinho-de-explorao-pra-vocs.html' title='Um pouquinho de exploração pra vocês! = )'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_x5lCCT9hB-k/SHuPrH9rT1I/AAAAAAAAACo/Lwq2hvYzH-Q/s72-c/ladysnowblood.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-4604685947764218709</id><published>2008-07-13T10:01:00.000-07:00</published><updated>2008-07-13T10:06:04.459-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tim Burton'/><title type='text'>O TRISTE FIM DO MENINO OSTRA E OUTRAS HISTÓRIAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.photobucket.com/albums/v476/choclacte/blog/james001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://img.photobucket.com/albums/v476/choclacte/blog/james001.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por esses dias caiu na minha mão o livro "infantil" do cineasta norte-americano Tim Burton, o "Triste Fim do Garoto Melancólico e Outras Histórias"(2007)da Editora Girafinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São pequenos poemas narrativos de personagens tão únicas e bizarras quanto ao Edward Mãos de Tesoura escritos e ilustrados pelo próprio autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As personagens sempre sofrem por serem diferentes, mais sombrias que as outras pessoas. Seja por ter nascido com a cabeça de ostra, ter vício em cola escolar ou ter pregos no lugar dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei também os poemas do livro aqui, em inglês:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homepage.eircom.net/%7Esebulbac/burton/home.html"&gt;http://homepage.eircom.net/~sebulbac/burton/home.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradução do livro tabém está super bem feita por Márcio Suzuki.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-4604685947764218709?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/4604685947764218709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=4604685947764218709' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/4604685947764218709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/4604685947764218709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/07/o-triste-fim-do-menino-ostra-e-outras.html' title='O TRISTE FIM DO MENINO OSTRA E OUTRAS HISTÓRIAS'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-5614868465654410279</id><published>2008-07-05T22:00:00.000-07:00</published><updated>2008-07-05T22:38:40.871-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Stephen King'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Stephen (fuc)King - The Mist</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Stephen King não escreve uma coisa que presta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;`&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, pelo menos era assim que eu pensava antigamente. De uns tempos pra cá fui percebendo que cada vez mais estava vendo os trabalhos dele. E a maioria deles eram bons, diga-se de passagem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;`&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira vez que tive contato com King foi de forma indireta. Foi o filme "Um Sonho de Liberdade" (The Shawshank Redemption) e para mim aquele era um dos melhores filmes, com um dos melhores roteiros que eu tinha visto. E até hoje continua assim. O drama de prisão com Tim Robbins me pegou legal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;`&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logo percebi que gostava de outros filmes baseados em Stephen King e nenhum deles era de terror. Havia o "Conta Comigo" (Stand By Me), "O Aprendiz" ( The Apt Pupil) e, vá lá, "À Espera de Um Milagre"( The Green Mile). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O engraçado é que nem na época que eu era aficcionado pela sessão Cine Trash da Bandeirantes eu tive contato com a obra de King. Mas eu estava com uma questão na minha cabeça: "se todos esses filmes citados eram bons, como deveriam ser seus livros?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recentemente me arrisquei com "Celular"(The Cell), um livro que há uma infestação de irracionalidade e violência pelo mundo, causado misteriosamente através de um sinal transmitido pelos telefones celulares. Há alguns pontos de contato com os filmes de George Romero e com o livro de Richard Matheson "Eu Sou a Lenda", onde os autores exploram a devastação do mundo, seja através dos mortos que voltam à vida, ou pelos vampiros. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SHBTuY5llLI/AAAAAAAAAAo/XuSiA7uKma4/s1600-h/mist+01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219764024545481906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SHBTuY5llLI/AAAAAAAAAAo/XuSiA7uKma4/s320/mist+01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A névoa escondendo a ameaça deixando as personagens "alienadas".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais recente filme baseado em Stephen King foi dirigido pelo Frank Darabont, o mesmo de "Um Sonho de Liberdade", e devo dizer que fiquei impressionado com a história de "O Nevoeiro" (The Mist) ainda não lançado no Brasil. Sem contar muitos detalhes da trama, numa pequena cidade montanhosa norte-americana vemos um grupo de pessoas num supermercado pegas de surpresa pela chegada de um nevoeiro que esconde alguma coisa estranha e mortal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;`&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que mais tenho admirado em Stephen King é a forma em que ele explora o conceito de civilização e de sociedade em que vivemos. Tanto em "Celular" quanto em "O Nevoeiro" as personagens estão vivendo uma nova situação em que as estruturas da sociedade rapidamente desaparecem, evidenciando a nossa fragilidade, ignorância e tendências histéricas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quando não há mais governo para nos governar as pessoas se agarram à primeira luz que enxergam. Em "O Nevoeiro", uma das personagens é religiosa e ela acredita que o fim do mundo chegou. E com ele o julgamento das pessoas frente ao apocalipse se faz necessário. Alguns desses momentos são os mais assustadores do filme, onde o perigo do nevoeiro é posto de lado e as personagens têm de se defrontar com a ameaça da irracionalidade, quando as pessoas páram de pensar por si mesmas e aceitam respostas prontas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SHBTYGvxesI/AAAAAAAAAAg/PG0NcOwaElk/s1600-h/mist+02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219763641715358402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SHBTYGvxesI/AAAAAAAAAAg/PG0NcOwaElk/s320/mist+02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;No primeiro plano, a religiosa Mrs Carmody (Marcia Gay Harden) e o mecânico Jim (Wlliam Sadler) fazem parte do ambiente claustrofóbico prestes a explodir.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;`&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nessas obras de terror citadas de Stephen King e também nas de George Romero não importam tanto a causa do problema. Não há uma cena que explique como os mortos voltaram à vida, o que causou a transmissão de loucura pelos celulares, qual o motivo do nevoeiro existir; pois eles querem falar de nós humanos, de como enfrentaríamos uma situação catastrófica, como a "civilização" se comportaria numa situação extrema. Também a falta de explicações aproxima o espectador das personagens e traz mais dramaticidade à obra. Estamos no mesmo nível da personagem - quando as resposta aparecerem para as personagens, o espectador também terá respostas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E muitas vezes as personagens ficarão com muitas perguntas e aceitarão as mais rápidas e simplórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nós também?&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-5614868465654410279?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/5614868465654410279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=5614868465654410279' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5614868465654410279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/5614868465654410279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/07/stephen-fucking-mist.html' title='Stephen (fuc)King - The Mist'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SHBTuY5llLI/AAAAAAAAAAo/XuSiA7uKma4/s72-c/mist+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-6400224955334608253</id><published>2008-06-29T20:48:00.000-07:00</published><updated>2008-06-30T21:49:36.436-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caminhos do Coração'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Heroes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alan Moore'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV'/><title type='text'>Salve os bebês, salve o mundo</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há poucas semanas atrás a novela "Caminhos do Coração" da Rede Record entrou numa nova fase e mudou de horário para tentar alcançar um público maior. Essa segunda "temporada" foi batizada de "Os Mutantes : Caminhos do Coração" e aposta mais nas cenas de ação e humor. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Caminhos do Coração" era uma novela, escrita por Tiago Santiago, onde seu diferencial era ter uma base fantástica. Vários dos personagens desenvolviam mutações que lhe davam poderes. Com algumas idéias calcadas nas revistas em quadrinhos, além do preconceito que os mutantes sofriam pelas pessoas comuns, eles se dividiram em dois grupos antagônicos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa mesma polarização ainda está em pauta na nova fase da novela e não poderia ser mais didática e maniqueísta: dividem-se em "Liga do Bem" e a "Liga do Mal". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um aspecto já se percebia logo no primeiro capítulo da nova fase da novela. O que antes servia de inspiração agora se torna a principal fonte de idéias. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bom, tudo isso pra dizer que a principal linha narrativa da novela está fortemente se baseando - pra não dizer plagiando - no seriado norte-americano "Heroes", exibida no Brasil pelo canal de assinatura Universal e em tv aberta pela própria Rede Record.&lt;br /&gt;Tudo bem que antes era assim também; sabíamos que a novela tratava de pessoas descobrindo que possuíam superpoderes - o mesma tema seria tratado anteriormente pelo sucesso mundial da série "Heroes". Era óbvio que vários produtos viriam na cola do sucesso dessa série e "Caminhos do Coração" entra nesse movimento. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já nos primeiros episódios da nova fase, uma mutante da "Liga do Bem" chamada Janete (Liliana Castro) tem uma premonição do futuro. Nessa visão, ela enxerga com uma bomba explodindo no centro de São Paulo. Segundo a personagem, a destruição da cidade será o início do fim do mundo. Para evitar a catástrofe, eles teram que encontrar dois bebês; um deles tem o poder da luz e outro tem o poder da "supercomunicação". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Janete descreve as visões para a Liga do Bem e logo em seguida dispara uma frase que será o gancho de toda a segunda fase da novela: "Salve os bebês, salve o mundo". De mãos dadas com os outros membros do Bem, todos recitam a frase como se fosse um mantra. O mesmo bordão seria repetido à exaustão ao longo de todos os capítulos da primeira semana. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há muitos pontos de contato dessa nova fase de "Caminhos do Coração" com a primeira temporada do seriado "Heroes". Neste havia um personagem que previa a explosão de uma bomba no centro da cidade de Nova Iorque. Para impedir esse desastre, os heróis teriam que salva uma estudante líder de torcida, a qual teria uma ligação com a explosão da cidade. "Save the cheerlider, save the World" (Salve a líder de torcida, salve o mundo). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a personagem de Maria (Bianca Rinaldi) teria uma irmã gêmea chamada Samira, também interpretada pela mesma atriz num papel duplo. Samira pode mimetizar outros poderes de qualquer mutante que estiver perto dela. Assim como anteriormente Sylar (Zachay Quinto) na série norte-americana. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguns podem argumentar que "Heroes" também falta com originalidade, mas neste as referências de outros produtos são mais suavizadas. De "X-Men" se tem os poderes super-humanos aflorando em pessoas através de mutações genéticas. Dos quadrinhos de Alan Moore, "Watchmen", têm-se uma abordagem mais realista da fantasia, como se a história ocorresse no mundo de hoje ( a história de Watchmen se passava durante os anos 80, época quando foi publicada pela primeira vez). Heroes por sua vez, se passa nos anos 00, pós atentados de 11 de setembro. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um elemento da narrativa de "Watchmen" utilizado em "Heroes" vai nos ajudar a entender melhor porque uma série copia e a outra faz referência. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[Atenção SPOILERS: nos próximos parágrafos você encontrará detalhes das histórias mencionadas que podem estragar as surpresas delas.]&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em "Watchmen" vemos um ex-grupo de heróis que se reúnem de novo por causa de vários assassinatos de gente mascarada, tantos vilões como heróis. Isso tudo durante uma época onde o medo da Guerra Fria ainda estava em andamento - há manifestações contra a guerra, desesperança e desconfiança nas pessoas. Nesse contexto ocorre uma aparição de uma criatura aparentemente extraterrestre no meio de Nova Iorque, causando a morte de milhares de pessoas. Esse desastre foi planejado por um dos antigos heróis, na esperança de que essa tragédia pudesse unir todos os povos, que as nações do mundo pudessem para com as guerras entre si, frente a uma possível invasão alienígena. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em "Heroes"os heróis lutam em separados pelo mesmo objetivo, impedir uma explosão de uma bomba no meio de Nova Iorque. Na realidade a explosão seria causada por Sylar ao absorver o poder de um personagem que pode causar reações nucleares através de sua pele. Sylar é apenas uma peça de um jogo manipulado por um grupo de pessoas socialmente poderosas com o objetivo de tornar o mundo melhor, frente a uma ameaça gigante, assim como em "Watchmen". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em "Os Mutantes" ainda é cedo para se dizer com exatidão quem é que vai explodir a bomba e quais são os seus objetivos. Mas percebe-se uma grande semelhança de como a história se arma, bem mais aqui que entre "Heroes" e "Watchmen". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A novela explora um gênero pouco visto na televisão brasileira onde os modelos mais recentes datam de 1991 e 1993 com "Vamp"(com colaboração do próprio Tiago Santiago) e "Olho por Olho", respectivamente. O gênero se provou acessível recentemente com a boa aceitação dos novos seriados norte-americanos que são veiculados tanto na tv aberta quanto na de assinatura. Porém falta originalidade na condução da própria novela. Ainda vai levar um tempo para que a televisão aberta brasileira tenha um produto fantástico e original.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-6400224955334608253?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/6400224955334608253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=6400224955334608253' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/6400224955334608253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/6400224955334608253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/06/salve-os-bebs-salve-o-mundo.html' title='Salve os bebês, salve o mundo'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-2992901888139348631</id><published>2008-06-18T21:48:00.000-07:00</published><updated>2008-06-29T21:09:41.212-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mallu Magalhães'/><title type='text'>LITTLE MISS SUNSHINE</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SGhcHcwpXQI/AAAAAAAAAAY/QOvOu3TkIjg/s1600-h/malu-magalhaes-170308.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217521451357789442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SGhcHcwpXQI/AAAAAAAAAAY/QOvOu3TkIjg/s320/malu-magalhaes-170308.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;foto: divulgação&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O show de Mallu Magalhães no Sesc Vila Mariana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem já ouviu falar de Mallu Magalhães? Eu já. Uma coisa aqui, uma coisa ali, uma música bem legal em comercial de celular e só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mallu está tendo uma exposição boa na mídia por ser uma menina de 15 aninhos que quer ser cantora, mas não como a Xuxa ou a Angélica. Está mais pra Johnny Cash e Bob Dylan. Já apareceu no programa do Jô, no Altas Horas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público que entrou no Auditório do Sesc Vila Mariana no dia 12/06 se deparou com um palco abarrotado de instrumentos musicais. Eu, que achava que veria um show folk no estilo voz e violão, estava completamente enganado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guardadas as devidas proporções, lembrou o episódio no qual Bob Dylan, já estabilizado como ídolo folk tradicional, no meio de seu show abandonou o violão e pegou numa guitarra. Mais pessoas subiram ao palco, como um baixista, baterista e o estilo até então “unplugged” foi diversificado, eletrificado ao som de vaias e protestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui em 2008, a história foi diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda composta por Kadu Abecassis (guitarra), Thiago Consorti (baixo), Jorge Moreira (bateria) e Rodrigo de Alencar (teclado)deu uma pegada deliciosamente rock para as músicas de Mallu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação de Mallu é completamente sincera, canta suas canções com alegria e por isso ela dá uma escorregada em canções covers. Quando senta ao piano ou baladas mais tristes, mais sombrias lhe falta um pouco de sentimento, talvez por não conseguir se expressar toda a sensação da música. Afinal de contas, não foi ela quem escreveu a canção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vez ou outra ela pedia rápidos conselhos para o guitarrista quando seu violão desafinava ou quando tocava os acordes errados. “Aí, peraí, gente. Vocês se importam se eu não tocar violão nessa música? É que eu esqueci as notas”, Mallu falava e a platéia ria e sorria com a sinceridade da moça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso quando não era apoiada pela banda. Antes de tocar ... a cantora sente o violão desafinado e tenta resolver o problema. Todos fazem silêncio. Logo um músico puxa o outro e dá início a uma jam improvisada com uma música de Henry Mancini, o tema da Pantera Cor de Rosa. E aí eles mostram que estão além daquela banda contratada apenas pra acompanhar um novo talento musical. Eles estão além disso, mostram cumplicidade e adicionam bastante sustância ao show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num momento me vêm à cabeça o filme “Little Miss Sunshine”, onde uma família inteira se vira dentro de uma kombi amarela pra levar a caçula a um concurso de beleza estadual, onde cada uma das candidatas usa quilos de maquiagem e será avaliada por seu talento. Quando a menininha se apresenta com um número musical, ela é vaiada pela “excentricidade” do número. Então os membros da família, um por um, sobem ao palco e se juntam à caçula. Aqui a banda toda está apoiando Mallu, mas nem por isso deixa de subir ao palco e se divertir também. E o melhor, nada de excentricidades por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só teve um ponto negativo real no show: o local. A acústica do Auditório é bem boa, mas o clima da apresentação pedia um outro lugar. Não se podia comer, nem beber e muito menos fumar dentro do auditório. Chegar perto do palco, nem pensar. Os lugares aqui são marcados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem por isso deixei de me surpreender com o show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima vez que tiver show da Mallu, quero ter uma cerveja em mãos e soltar uns berros de satisfação no meio das músicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Tchubaruba pra vocês. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-2992901888139348631?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/2992901888139348631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=2992901888139348631' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/2992901888139348631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/2992901888139348631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/06/little-miss-sunshine.html' title='LITTLE MISS SUNSHINE'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Cs0HOVsgJqU/SGhcHcwpXQI/AAAAAAAAAAY/QOvOu3TkIjg/s72-c/malu-magalhaes-170308.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-2387503190977565275</id><published>2008-06-13T15:24:00.000-07:00</published><updated>2008-06-13T15:35:01.188-07:00</updated><title type='text'>Link Bizarro da Semana! 13/06</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Olá carissimos do Sanduba Cultural!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Toda sexta-feira acompanhe aqui um link completamente bizarro. Convido você a explorar as profundezas da internet! Durante a semana postarei mais sério, mas sexta-feira é dia de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Link Bizarro da&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Semana&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Todos sabemos que a www é um magnifico exemplo de liberdade de expressão e comunicação. Porém, algumas pessoas não tem a menor noção para isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E a estréia vai para:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.enlighted.com/pages/nervebra.shtml"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://www.enlighted.com/pages/nervebra.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Sutiã de nervos! E há zilhares deles... &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.enlighted.com/pages/bras.shtml"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://www.enlighted.com/pages/bras.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Ideal para quem quer aparecer e acha que um simples decote não é o suficiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E já que estamos inaugurando, ai vai um bônus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://kennethjohnson.us/HulkOutList.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://kennethjohnson.us/HulkOutList.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A lista de coisas que deixam o Hulk bravo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Obviamente esses são links que todos os internautas devem saber. Talvez não todos, mas pelo menos os do Sanduba!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-2387503190977565275?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/2387503190977565275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=2387503190977565275' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/2387503190977565275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/2387503190977565275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/06/link-bizarro-da-semana-1306.html' title='Link Bizarro da Semana! 13/06'/><author><name>Fabiano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389573642111577038</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_vp3xALvRAEw/SD4z7d4f9rI/AAAAAAAAAAM/E4vGP-MBQTY/S220/eu_desenho.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-7511052283457107278</id><published>2008-06-04T13:50:00.000-07:00</published><updated>2008-06-05T09:07:27.597-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ceroula da Vovó'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espetacular Vida da Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dança da Lagosta Insandecida'/><title type='text'>A Espetacular Vida da Morte</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cá estamos nós novamente, amado público do Sanduba Cultural!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que nosso digníssimo Fabiano Dall’Acqua estourou o champagne no casco do navio e cortou a fita vermelha de inauguração, começamos oficialmente nossa jornada sandubística através deste imenso cardápio, saudável ou não, mas sempre delicioso, que compõe o universo cultural das artes &amp;amp; entretenimento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em tempo, devo mencionar que sou prolixo por natureza e que consigo transformar um simples “oi” em um discurso de duas horas e meia. (Sim, sou egomaniaco e amo o som de minha própria voz!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que um dos meus assuntos prediletos sou eu mesmo (hahaha), vamos iniciar nosso trabalho. Para os que não sabem, assim como nosso sempre poético Edcarlos, também pretendo ganhar a vida como escritor (entre outras coisas). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minha primeira tentativa foi como “autor fantasma” (por falta de expressão melhor) do &lt;strong&gt;Angus RPG&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;Editora Planeta&lt;/strong&gt; à pedido do &lt;strong&gt;Orlando Paes Filho&lt;/strong&gt;. Sim, amiguinhos, eu escrevi e criei as regras daquele livro e sim, sei que deixa muito a desejar. Mas vamos deixar esse assunto pra outro tópico. O importante é que atualmente travo uma peleja épica (pra não dizer obra de Santo em Graça) na tentativa de publicar meu primeiro romance: &lt;strong&gt;A Espetacular Vida da Morte&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o livro não vou me estender demais aqui, já que sinceramente não agüento mais falar do mesmo em inúmeras explicações (até agora em vão) para diferentes editores. Basicamente a história trata sobre um jornalista um pouco atrapalhado, que acaba por se tornar o biógrafo nada mais, nada menos, da própria Morte. O problema é que, com o tempo, começa a perceber que a Morte é ainda mais confusa que ele próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro se divide em duas narrativas diferentes. A inicial, onde enfocamos a história principal, em primeira pessoa, sob a ótica do nosso nobre jornalista, Horácio Portobello. A segunda, narrada em terceira pessoa, é inserida no meio dos capítulos, em forma de pequenos contos, onde mostramos as desventuras da Morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... Explicação dada, posto aqui um dos capítulos: o oitavo. Ele, com um pouco de boa vontade, se faz entender, sem a necessidade de elementos anteriores ou posteriores.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;VIII&lt;br /&gt;Papai Noel vs. o Palhacinho Climpão&lt;br /&gt;(ou ‘o caso do Ursinho Fofuchom’)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ajudava a Morte a levar a louça para cozinha. Segundo ela os empregados do velho muquirana provavelmente limpariam tudo depois, quando voltassem, “mas não custava dar uma forcinha”.&lt;br /&gt;- Então depois do lance de cozinheira você finalmente voltou para o seu ofício inicial? – Perguntei enquanto lavava as xícaras.&lt;br /&gt;- Sim. Eu ainda tentei entrar em outro ramo, mas desisti logo. – A Morte jogava os restinhos de comida na cesta de lixo.&lt;br /&gt;- E o que foi?&lt;br /&gt;- Animar festinhas infantis. Mas reconsiderei e decidi que não era meu negócio. Na verdade, verdade mesmo, é que eu fiquei traumatizada com esse tipo de coisa depois do episódio com palhaço.&lt;br /&gt;- Palhaço?&lt;br /&gt;- É. Palhaço. Por quê? Ainda não te contei essa, rapaz? Pois escute só...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Saraiva tava de saco cheio. Era véspera de Natal e ele tinha vários problemas. Tinha uma esposa cujos parcos talentos culinários faziam à ceia de Natal parecer uma encenação da paixão de Cristo (na parte da crucificação). Tinha quatro filhos chorosos e agitados que conseguiam quebrar qualquer coisa que ganhassem em tempo recorde e que passavam a maior parte do dia brigando entre si. E tinha a funesta certeza, como uma carta avisando da própria execução, que a bruaca da sua sogra iria visitá-los no dia 25. Aliás, iria passar o dia inteiro com ele. Criticando-o, humilhando-o, lembrando-o do quanto tinha se tornado um fracassado na vida e afundado a filha dela junto nesse lamaçal. E ainda por cima tinha essa droga de emprego.&lt;br /&gt;Droga de emprego? É. Droga de emprego! Estava ele ali no vestuário do Shopping Center pensativo, enquanto passava a porcaria de maquiagem branca que lhe dava alergia, colocava o nariz de palhaço, os sapatos largos e aquela ridícula peruca abóbora. Ele era um dos artistas que interpretava o palhacinho Climpão, o grande ícone infantil da televisão. Não. Não pensem errado. Ele não aparecia na TV, não ganhava salário milionário da TV e nem sequer era famoso. Havia um ator principal, o verdadeiro palhacinho Climpão, que gravava os programas e cantava as músicas. Este sim era rico e bem sucedido. Saraiva, assim como muitos outros, eram os coitados que vestiam a fantasia quente e incômoda do Climpão para ir a eventos públicos e poucos significativos, cujo ator principal se recusava a ir.&lt;br /&gt;Era um trabalho sujo, mas alguém tinha que fazê-lo. Nos últimos tempos o programa do palhacinho Climpão estava tendo uma evidência boa entre a criançada. E isso ocasionou em um número maior de aparições em público. Saraiva estava esgotado. Essa última semana havia lhe retirado todas as suas energias. Não tinha parado um único segundo. Por isso mesmo é que ele estava com aquela garrafinha de uísque do lado. Para tomar uma coragem adicional antes de armar aquele sorriso imbecil e imitar a voz idiota e fofa do Climpão pra criançada. Tá certo, vamos ser sinceros: ele tomou muita coragem. Muita mesmo. Quase um litro e meio de coragem antes de entrar em cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A loja de brinquedos “Sorrisinho Feliz” era enorme. Uma das maiores do Shopping, senão da cidade. Centenas de crianças e pais se espremiam entre as prateleiras de brinquedo e decoração natalina para falar com o Papai Noel em sua casinha encantada e esperar a chegada do palhacinho Climpão, o amigão da garotada.&lt;br /&gt;Enquanto Papai Noel escutava atentamente os pedidos de Natal de um jovenzinho, Climpão chegou chutando a porta principal com toda força. Foi um silêncio geral. Ele mal conseguia ficar em pé, mas ficou ali, parado na porta cambaleando. A criançada olhou para ele enquanto seus olhinhos brilhavam de emoção. Climpão soltou um sonoro arroto e logo em seguida abriu a braguilha e começou a mijar em cima da pilha de bonecas “Wendsy” enquanto cantava algo sem sentido algum, com a voz pastosa e embolada. A garrafinha de uísque em baixo do braço.&lt;br /&gt;- Ho... Ho... Ho... Amigo Climpão... Estás bem? – Disse o Papai Noel amigavelmente, porém relutante, enquanto tirava o garotinho do colo.&lt;br /&gt;Climpão soltou outro arroto seguido de uma sonora flatulência, arrumando as calças de um modo meio torto. E seguiu em direção a criançada, enquanto tomava outro gole de uísque.&lt;br /&gt;- Climpão o caramba! Vocês me dão nojo! Nojo! – E enfatizou bem “nojo” estendendo longamente o primeiro “o”. – Ficam aí idolatrando um babaca tosco, fantasiado com uma peruca ridícula, que não tá nem aí pra vocês! Vocês querem saber duma coisa? Enquanto tá tudo aí se espremendo que nem otário em pé durante horas pra ver um sujeito gordo e barrigudo vestido de palhaço, ele tá lá no bem-bom. Provavelmente comendo alguma daquelas assistentes de palco gostosas que andam com o shortinho enfiado na bunda.&lt;br /&gt;Nessa altura a criançada começou a armar o choro. Os pais estavam chocados demais para esboçar alguma reação.&lt;br /&gt;Climpão continuou sem dó. – O que foi? Vocês não sabiam? Não sabiam que o Climpão come a Srta. Florzinha Feliz? Pois ele fica lá, comendo aquela vadia o dia inteiro no camarim enquanto se enche de champagne e pó. É... Isso mesmo! Pó! Porque aquele nariz vermelho dele, – e arrancou o próprio nariz de palhaço da cara e o exibiu pra gurizada – esse aqui ô, é pó! É pó que eu sei, eu vi! Aquele filho duma égua fica o dia inteiro na farinha, no mé e aqui – e começou a fazer um gesto obsceno com cintura – só no lesco-lesco com as safadonas lá. – E deu uma risada. – Num tenta me enganar não que eu sei. Eu sei! – Riu mais um pouco e tomou outro gole de uísque.&lt;br /&gt;A criançada já estava em pranto total (pra não generalizar havia uma parcela que estava tão estática quanto os pais que tinham atingindo um estágio de catatonia jamais visto pela sociedade de psiquiatria internacional). Alguns procuravam abrigo e conforto na figura inviolável e sempre segura do Papai Noel. Abraçavam-no e se aglomeravam em torno dele como se fosse o último pilar de sustentação confiável do mundo.&lt;br /&gt;Noel se invocou, afastou as crianças e partiu pra cima de Climpão. – Porra Climpão! Qualé a tua ‘mermão’? Cê acha que a gente tá aqui de férias é? Que eu aturo ranho de moleque por esporte? Tenho a pensão de dois guris pra pagar! Minha ex-esposa tá quase me botando na prisão!&lt;br /&gt;- Mamãe Noel... – Sussurrou um dos garotinhos, surpreso com a verdade desnuda sobre seus ícones que se desvendava ali, naquele momento.&lt;br /&gt;- Vai te catar sua bicha barbuda! Vai levar saco nas costas, vai. Que é disso que tu gosta, que eu sei! Seu pedófilo! Vai ficar pegando criancinha aí no colo, vai! – E Climpão empurrou Noel, que por sua vez contra-atacou empurrando-o de volta.&lt;br /&gt;Climpão se recompôs e voltou para cima de Noel. – E tem mais! Comi tua guria ontem! – E olhou pra uma loira vestida de duende, que estava ao lado do trono natalino.&lt;br /&gt;- Você! – Noel olhou espantado pra duende, que sem graça bateu os ombros e escondeu o rosto de vergonha.&lt;br /&gt;- Pois é – continuou Climpão – ela deu bola e eu tracei e tracei mesmo! Hehe! – E fez uma pose de galo de terreiro após a cruza. – Foi gol de craque!&lt;br /&gt;Noel não agüentou. Fechou o punho e mandou um soco bem dado na cara de Climpão que voou longe, para cima de um enorme castelinho vermelho de Lego que se despedaçou por completo. Daí por diante houve pouco diálogo nos momentos que se seguiram. Climpão se ergueu e foi contra Noel novamente. Logo ambos estavam se engalfinhando aos tapas e socos pelo chão da loja, derrubando prateleiras e criando uma geração de crianças que passariam o resto de suas vidas em profundo tratamento psiquiátrico e a base de fortes calmantes e medicação tarja preta de toda espécie possível. Havia algumas outras mulheres, também vestidas de duende, totalmente histéricas que começaram a correr em torno da cena agitando os braços aos gritos de ‘acudam’, quase que em um balé retardado.&lt;br /&gt;O gerente do estabelecimento, que veio logo que o fuzuê começou a ser audível pelos corredores não só da loja, como do Shopping, estava em pânico. Gritava e se contorcia em agonia, como um elefante hipertenso com disenteria. Ao lado dele havia uma estranha figura de preto, vestida com um manto e capuz. Segurava uma foice. – Nossa. – Disse ela.&lt;br /&gt;- E você quem é? – Perguntou o gerente. Um olho na figura, o outro na briga.&lt;br /&gt;- A Morte. – Explicou-se.&lt;br /&gt;Sem pedir maiores explicações para a estranha figura, o gerente, que estava muito nervoso, enfiou-lhe um gorrinho vermelho com pompom branco na cabeça e indicou a saída. - A loja de rock é no andar de cima, à esquerda. Não tem erro. Vai lá e fala com o Marcão. Diz que foi o Alcides que te mandou. No caminho chame os seguranças, por favor. – Deu um tapinha nas costas dela e foi tentar apartar briga.&lt;br /&gt;- Mas eu só queria saber o preço do “Ursinho Fofuchom” – E mostrou um lindo ursinho cor-de-rosa dentro de uma caixa decorada que segurava em sua mão. – Moço? Você está bem? – Ficou preocupada.&lt;br /&gt;O gerente, porém, ignorou a Morte, preocupando-se mais com Climpão que estrangulava Noel em sua própria barba, enquanto este ficava batendo insistentemente com um martelinho de plástico amarelo na cabeça do palhaço. Sem entender nada a Morte foi procurar o Marcão no andar superior enquanto se perguntava o porquê tinha ganhado o gorro de Natal de brinde, se ela nem sequer havia comprado nada ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um casal de punks que passava em frente à loja de música e produtos de rock, olhou aquela figura assustadora, com o capuz e a foice, segurando um ursinho de pelúcia embalado.&lt;br /&gt;- Você é a Morte? - O rapaz com um longo moicano vermelho na cabeça deu um tapa amigável no braço dela.&lt;br /&gt;- Sou sim. – Encheu o peito de orgulho. - Ignore o gorrinho natalino. - Advertiu.&lt;br /&gt;- Que demais aí cara! – Vibrou o punk empolgado. A Morte se encheu ainda mais de si.&lt;br /&gt;A namorada do rapaz parecia ter um sharpei morto na cabeça, tingido de várias cores. Ela apontou pra vitrine. - Quanto custa a camiseta do ‘Pus Sanguinolento’?&lt;br /&gt;- Não sei. – Suspirou a Morte. – Eu também só estou querendo saber o preço do ursinho, mas até agora o tal do Marcão – E o indicou com a cabeça. – só me mandou ficar aguardando aqui na frente, distribuindo esses panfletinhos. Por sinal pega um aí, vai, por favor.&lt;br /&gt;No plano de fundo, se alguém prestasse atenção, podiam-se ver os seguranças do Shopping correndo em direção a uma confusão no andar de baixo. Uma briga dentro do grande aquário do térreo. Segundo as informações que receberam pelo rádio havia um Papai Noel batendo no palhacinho Climpão com uma tilápia.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Mas eu fiquei tranqüila desde o início. – Amenizou a Morte. – Sabia que ele não era realmente o Papai Noel.&lt;br /&gt;- E como você tinha tanta certeza?&lt;br /&gt;A Morte colocou as mãos nas cadeiras. - Porque se fosse, o bêbado seria ele e não o palhaço. Ou pensa que eu não sei por que o velho safado e as renas têm aquele narizinho vermelho, hein? Você nunca reparou que o Papai Noel sempre entrega os presentes trocados no dia 25? Vai nessa que aquele pau d’água só toma refrigerante de Cola!&lt;br /&gt;Eu, depois dessa, nada mais disse.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-7511052283457107278?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/7511052283457107278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=7511052283457107278' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/7511052283457107278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/7511052283457107278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/06/espetacular-vida-da-morte.html' title='A Espetacular Vida da Morte'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-583556385321712054</id><published>2008-06-04T11:33:00.000-07:00</published><updated>2008-06-04T11:43:37.533-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inauguração'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fabiano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='primeiro post'/><title type='text'>E com vocês: Fabiano!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Olá carissimos amigos do Sanduba Cultural!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como bobagem também é cultura (é?), eu venho por meio desta me apresentar como o quarto integrante do SC! a postar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretendo ser vossa dose semanal de inutilidades. No meio de tanta coisa útil na internet, eu sou a salvação, aquele que lhe trará de bandeija tudo o que você não tem a menor vontade de saber sobre. Mas que ainda assim lê até o fim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre mim? Serei breve e direto: Sou bem-humorado, paciente, meio louco, gosto de sempre por uma pitada de humor e sagacidade nas coisas. Gosto de inventar novas palavras, então preparem-se para encontrarem uma série delas em meus posts. Uma inventação sem fim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de quadrinhos, filmes, games, minha pequena, meu papagaio.&lt;br /&gt;Desgosto de música "ziriguidum, cascarigudum, das cachorra e etc.". Desgosto de pessimismo, mau-humor e intolerância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparem-se porque eu gosto de tirar um barato com muitos tabús. Obviamente tentando não ofender ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que se divirtam por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaro oficialmente inaugurado o SC! Que vocês se saciem enquanto estiverem em nosso território. Não deixe de comentar os posts, dizendo o que gosta e desgosta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haha oh yes! &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-583556385321712054?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/583556385321712054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=583556385321712054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/583556385321712054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/583556385321712054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/06/e-com-vocs-fabiano.html' title='E com vocês: Fabiano!'/><author><name>Fabiano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14389573642111577038</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_vp3xALvRAEw/SD4z7d4f9rI/AAAAAAAAAAM/E4vGP-MBQTY/S220/eu_desenho.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-4241556682049717250</id><published>2008-06-03T20:29:00.000-07:00</published><updated>2008-06-29T19:33:15.382-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Shinji'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apresentação'/><title type='text'>Apresentação Número 3</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Olá pra todos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Sou o Guilherme (Shinji), formado em cinema e televisão (tá bom, quase formado). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Escrevo às vezes, não sei lutar, sou péssimo pra trabalhos manuais, não tenho paciência pra cuidar de plantas, nem de crianças. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Consigo fazer omeletes, mas não sei fritar hambúguer, gosto de vitaminas, chocolate e de refrigerante de limão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Odeio filmes sobre gente que vence na vida (sério, odeio) e da maioria das comédias românticas (na verdade, divirto-me com elas, mas não gosto de admitir). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Gosto de filmes em que todo mundo morre no final (hahaha). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Isso é tudo que eu consigo pensar sobre mim agora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;De apresentação já feita, vamos ao que interessa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Bom, a idéia do blog era de escrever o que bem desse na telha. Então vou escrever sobre cultura pop em geral, uma ou outra resenha de filmes (já que é da minha área), sobre culinária e a vida prática doméstica, quando der vontade e surgirem assuntos (não estou brincando). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;abs pra todos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-4241556682049717250?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/4241556682049717250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=4241556682049717250' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/4241556682049717250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/4241556682049717250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/06/apresentao-nmero-3.html' title='Apresentação Número 3'/><author><name>shinji</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13365357555959550648</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-EG1mBRCq3Mg/Tmbxf-j0f4I/AAAAAAAAACE/PAi6NHPaMaw/s220/271130_10150246237214312_639729311_7178149_1175124_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-3173305267596542875</id><published>2008-05-31T09:57:00.000-07:00</published><updated>2008-05-31T10:17:41.358-07:00</updated><title type='text'>Eu!?!?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foi proposto que cada colaborador desse blog falasse um pouco sobre si mesmo, o que confesso achar muito complicado, pois acredito que todo ser humano tenha a tendência de minimizar seus defeitos e exaltar as suas qualidades, mesmo que de forma inconsciente. E eu, mais ainda, pois quando me pedem esse tipo de coisa as palavras me fogem e fico receoso de me tornar um chato de galocha, me pavoneando em demasia. Mas está lançado o desafio e cá estou, tentando me resumir em algumas palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bom, o meu nome é Edcarlos, mas podem me chamar simplesmente de Ed ou da forma como melhor lhes convier. Tenho 25 anos e um curso superior incompleto em Comunicação Social e resido em Santos, cidade do litoral paulista conhecida pelo seu porto e principalmente pelos seus prédios tortos da avenida que margeia a praia. Profissionalmente a minha vida anda indefinida, trabalho como free-lancer em pesquisa de campo para uma empresa do ramo, mas isso não me proporciona saúde financeira. Planejo vôos mais altos que isso, se bem que não poderei explicar-lhes se esses projetos são imediatos ou de longo prazo. São apenas divagações, mas hoje poderia já ressaltar que gostaria de sobreviver profissionalmente da escrita, mesmo sabendo que o andar da carruagem não é tão simples. Mas sou teimoso e persistente nos meus ideais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ah, e como divago, principalmente nas horas inconvenientes, quando isso não me seria permitido. Quando assim me é permitido, costumo sentar em algum dos bancos da orla da praia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;e pensar, pensar e repensar, muitas das vezes me embaralhando com as idéias inicialmente propostas e quando dou por mim estou a elucubrar sobre o que nem havia imaginado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gosto de tantas coisas e como sou "enjoado" para outras...Dar exemplos concretos me parece um bocado complicado, mas mesmo assim citaria alguns: ao mesmo tempo em que procuro não ter preconceitos em relação à música, me torno seletivo a ponto de rejeitar certos estilos nos empurrados goela abaixo que não me satisfazem. Mas no Ano Novo prometo que serei menos caduco e ser mais aberto nesse sentido. Por enquanto ainda sou velho chato, como diz a minha amiga Laura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bom, tentei ser o mais sucinto possível, mesmo sabendo que deixei escapulir muito mais coisas que poderiam ter sido escritas, mas quem tiver a curiosidade que vá saboreando essa descoberta aos poucos, mesmo que esse sabor não seja lá muito palatável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-3173305267596542875?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/3173305267596542875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=3173305267596542875' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/3173305267596542875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/3173305267596542875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/05/eu.html' title='Eu!?!?'/><author><name>Feche a porta ao entrar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01462466987478723374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3zPB5VYz3lw/TBuMSm3gwqI/AAAAAAAAAkI/vSdcl7_AfAA/S220/OgAAAJSVpKiRu4DmhMKt1iSrNFeFgVbH08VGyDA3Zq5y98jeC865BagSAxow3sFRq8XnB4XwbfNKCKRKArGH5nHnqF0Am1T1UI9sxdS7WgOltTtXdQkZbcOnVQir.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7203292151530249602.post-3721147018904414100</id><published>2008-05-29T11:44:00.000-07:00</published><updated>2008-06-04T13:06:17.659-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apresentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serve &quot;xurumilas&quot;?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MJ Macedo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Patinhos-de-Borracha'/><title type='text'>Ae!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Olá a todos! Já que fui eu que tive a idéia deste blog, nada mais justo ser o primeiro a dar minha bela face à tapa. Então vamos ser curtos e grossos, meter o pé na porta, e ir direto ao ponto.&lt;br /&gt;O porquê deste blog? Boa pergunta. Infelizmente acho que não saberia responde-la. Considerando a quantidade absurda de blogs criados todos os dias, corremos o risco de ser só mais uma estatística pouco acessada ou lida. Hoje em dia há blog de tudo. Todos querem falar algo sobre alguma coisa. Desde diariozinhos virtuais de adolescentes revoltadas com sabe-se lá Deus o que e relatos de emos deprimidos (desculpem pelo gerundismo), jornalistas amadores ou frustrados, até blogs de protesto, ongs e outros pretensos salvadores do mundo.&lt;br /&gt;Então pra que ter a idéia estúpida de se criar mais um blog? Bom... Tirando o fato de eu ser meio estúpido mesmo, a idéia em si não era tão ruim. Reunir alguns amigos e escrever sobre coisas que gostávamos e quiçá (puxa, adoro essa palavra “quiçá”, acho-a o cúmulo do ó) conseguir divulgar nosso trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Sobre minha digníssima e sexy pessoa posso dizer várias coisas... Mas como fiquei com preguiça de escrever algo legal, logo hoje, vou recauchutar o meu ex-“about me” do Orkut. Ele era mais ou menos assim: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Eu sou arte. Sou filmes, desenhos animados, literatura, música, RPG, histórias em quadrinho e videogame. Sou teatro, sou ópera e sou museu. Sou ficção científica. Sou terror. Sou grandes épicos. Sou batalhas invencíveis, amores impossíveis e mundos inimagináveis. Sou Errol Flynn salvando a mocinha, sou os diálogos inflamados de Shakespeare, sou a declaração de amor exagerada de Romeu, sou os gracejos de Chesperito e sou os golpes de Bruce Lee. Sou música eletrônica, tecneira pesada, sou rock pauleira com guitarra sendo quebrada no final do show. Mas principalmente sou pessoas; porque pessoas são as mais finas obras de arte que podem existir. São únicas e insubstituíveis. Imprevisíveis em seus sonhos e medos, qualidades e defeitos. Pessoas são a maior história a ser contada”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7203292151530249602-3721147018904414100?l=sandubacultural.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sandubacultural.blogspot.com/feeds/3721147018904414100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7203292151530249602&amp;postID=3721147018904414100' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/3721147018904414100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7203292151530249602/posts/default/3721147018904414100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sandubacultural.blogspot.com/2008/05/ol-todos-j-que-fui-eu-que-tive-idia.html' title='Ae!'/><author><name>MJ Macedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07383851249390301356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_x5lCCT9hB-k/SD65qTJi9kI/AAAAAAAAACI/Mi_H8F9vaF8/S220/memy.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
